O “Profeta” Hernanes está em sua terceira passagem pelo São Paulo e já se tornou um dos jogadores mais queridos pela torcida. Aos 34 anos, o meio-campistasurgiu para o mundou do futebol no Tricolor Paulista, entre 2005 e 2010, vencendo duas edições do Campeonato Brasileira. Nesta década, ainda não conseguiu títulos, mas tem um objetivo muito bem estabelecido.

- Os assuntos que agitaram o futebol nos últimos dias
- Enderson e Mozart têm média de acesso garantido na Série B
“O São Paulo já vinha numa sequência de títulos ali em 2005 e 2006. Eu entrei no meio e peguei esse bonde que estava embalado e dei minha contribuição. Em 2008 também tive uma participação interessante no segundo turno, quando a gente decolou e deu aquela embalada. Fiz gols decisivos, eu me lembro de um jogo no Morumbi, contra o Náutico, ganhamos de 1 a 0 com gol meu. Botafogo, 2 a 1, fiz o gol da vitória. Foram pontos importantes em momentos importantes”, recordou o jogador, em entrevista à ESPN.

Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net / Divulgação
A segunda passagem pelo clube foi marcante para Hernanes. Em 2017, após um péssimo primeiro turno, o meio-campista ajudou o São Paulo a se recuperar no Brasileirão e evitar o primeiro rebaixamento de sua história. “Em 2017, oSão Paulo após ter esse momento de jejum, de críticas… Eu me lembro os calafrios que a gente sentia, então realmente tive uma capacidade decisiva bem interessante e marcante”, destacou.
Em janeiro de 2018, o Hebei Fortune, da China, acionou uma cláusula no contrato e tirou Hernanes do Morumbi. O retorno aconteceu em dezembro do mesmo ano, com o São Paulo pagando 3 milhões de euros (cerca de R$ 13,2 milhões na conversão da época). Antes de fechar novamente com o clube, o meia revelou ter tido um pensamento inusitado. O medalhãoficou com receio de apagar o que já havia construído.
No entanto, o sonho de vencer a Copa Libertadores da América falou mais alto.“Aquele ano foi incrível,aqueles seis meses foram milagrosos. Quando teve a proposta de voltar de novo eu pensei muito. Eu pensei mais em não voltar nesse momento (atual) do que no primeiro momento (2017). Por que eu pensei assim ‘caraca o que eu construí em 2017 foi tão incrível que para repetir aquilo é quase que impossível’. E eu pensava ‘não vou voltar, não vou tocar nessa coisa que eu fiz’. Mas eu só voltei porque eu tenho o sonho ainda de lutar pela Libertadores”, completou.









