O Vasco não trabalha com a possibilidade de troca no comando técnico neste momento. Independentemente do resultado contra a Chapecoense, nesta quinta-feira, em São Januário, Fernando Diniz seguirá no cargo.

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Segundo apuração do jornalista Wilson Pimentel, o presidente Pedro Paulo de Oliveira, o Pedrinho, mantém total respaldo ao treinador neste início de temporada. A avaliação interna é de que o trabalho ainda está em fase de consolidação.
Diniz tem contrato até dezembro de 2026, fator que pesa na decisão institucional. Nos bastidores, a diretoria entende que uma mudança precoce poderia comprometer o planejamento esportivo e gerar instabilidade em um elenco que passou por ajustes recentes.
Cobrança existe, mas sem clima de ruptura
Embora o desempenho em campo ainda esteja abaixo do esperado, a cobrança ocorre em tom considerado equilibrado. Internamente, há o entendimento de que poucas equipes têm apresentado futebol consistente neste começo de Brasileirão.

RJ – RIO DE JANEIRO – 02/02/2026 – CARIOCA 2026, MADUREIRA X VASCO – Fernando Diniz tecnico do Vasco durante partida contra o Madureira no estadio Sao Januario pelo campeonato Carioca 2026. Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
Fernando Diniz foi contratado justamente para implantar um modelo de jogo baseado em posse, protagonismo e organização coletiva. A leitura da cúpula vascaína é de que esse tipo de trabalho exige tempo e adaptação, especialmente em um calendário apertado.
A Agência RTI Esporte apurou que o clube não pretende pautar decisões estratégicas pela pressão externa. O treinador mantém diálogo constante com dirigentes e comissão técnica, e o ambiente segue controlado, apesar das oscilações.
Multa existe, mas não entra na equação agora
O contrato de Diniz prevê multa rescisória reduzida até junho de 2026. Em caso de demissão nesse período, o Vasco teria de arcar com quatro salários, cerca de R$ 4,4 milhões, valor considerado administrável.

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Mesmo assim, a diretoria não vê motivo esportivo para uma ruptura neste momento. A partida contra a Chapecoense é tratada como importante, mas longe de ser decisiva para o futuro do treinador no clube.








