O Santos tem desfalque importante para a noite desta terça-feira(1), no duelo contra a LDU, pelas oitavas de final da Libertadores da América. Por uma divergência de testes e ausência do resultado liberatório pedido pela Conmebol, Cuca não comandará o time do banco da Vila Belmiro. Em seu lugar, estará o auxiliar Cuquinha.
A situação que tira o treinador da partida deriva de divergências de tipos de exame. A Conmebol, em seu protocolo, exige o exame PCR, mas quando o treinador estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, foi monitorado todo o período com o exame de antígeno, que detecta o anticorpos do vírus.
O técnico até poderia ser liberado pela Conmebol, mesmo com PCR positivo, entretanto, a liberação neste caso só seria possível se Cuca tivesse sido monitorado no período de internação com o exame de PCR. Sem um teste negativo, antes da repetição de um resultado positivo, a Conmebol veta a participação nos jogos.

Na letra fria do protocolo da entidade máxima do futebol Sul-Americano, é como se Cuca não tivesse cumprido o período de isolamento, já que o exame antígeno é inócuo para a confederação.
Segundo o jornalista Lucas Musetti, Cuca não fez o PCR porque o Sírio-Libanês entendeu que não era necessário e é normal que no tal exame, fiquem resíduos do vírus por meses.
O técnico foi diagnosticado com Covid-19 no dia 7 de novembro. Recebeu alta nove dias depois, quando foi para Curitiba se recuperar. Voltou a dar treinos no dia 25 de novembro, e retornou à beira do gramado na vitória por 4 a 2 contra o Sport, no último sábado(25), na Vila Belmiro.





