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Atacante sonha em voltar ao Vasco para marcar nome na história; declaração movimenta redes sociais e torcedores não apoiam retorno

Apesar do desejo manifestado do atacante durante entrevista, os torcedores vascaínos, nas redes sociais, não se mostram a favor da ideia

Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br/Divulgação
Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br/Divulgação

O Vasco passa por mudanças em meio à quarentena e o período sem jogos por conta da pandemia do novo coronavírus. Com um novo técnico confirmado, o ex-auxiliar Ramon Menezes, além das chegadas de Antônio Lopes e José Luis Moreira ao futebol do clube, o Gigante da Colina observa o mercado em busca de oportunidades.

De olho em reforços, o Vasco ouviu, nesta semana, o desejo de um ex-jogador de clube, com nome marcante na história cruz-maltina. Em entrevista ao siteESPN.com.br, o atacante Romarinho, filho de Romário, lamentou ter desperdiçado a chance em São Januário, mas sonha em retornar ao clube.

Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br/Divulgação

“No Vasco fora de campo não fiz o que tinha que fazer, não fui certo. Jorginho me colocou para jogar e não aproveitei. Moleque, 21 anos, não tinha amadurecimento para saber o que estava vivendo, eu saia com amigos, clube ficava sabendo, discutia, minha personalidade forte batia com alguns. Se tivese a cabeça que tenho hoje em 2015, poderia estar até hoje lá. Sonho um dia voltar para o Vasco e marcar meu nome na história“, afirmou.

A declaração do filho do “Baixinho” movimentou as redes sociaisna manhã desta quarta-feira (22), com muitos torcedores se manifestando sobre o assunto. A grande maioria dos vascaínos não apoia o retorno de Romarinho, que atualmente está no Joinville, já tendo passadopor Tupi, Figueirense, Maringá, Zweigen Kanazawa (JAP) eBrasiliense.

Almejando uma retomada na carreira, Romarinho ouve conselhos do ex-camisa 11, mas lamenta as comparações com o pai.“Ele me orienta muito, jogamos pelada as vezes, ele com 54 anos ainda faz umas coisas… vejo como se posiciona, como toca na bola, ainda é diferente. As comparações são ruins, porque se erro é o dobro, e se acerto tem uma ressalva que nunca serei tão bom igual ele. Mas como já escutei tanto, hoje não faz mais diferença”, confessou.

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