A Confederação Sul-Americana de Futebol confirmou, na última quinta-feira (26), que a próxima edição da Copa Libertadores da América Feminina será realizada no Equador. O anúncio foi feito por meio das redes sociais oficiais da entidade. O torneio está programado para acontecer entre os dias 15 e 31 de outubro. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre cidades-sede ou estádios. Também não há definição oficial sobre a tabela detalhada da competição.

O Brasil contará com três clubes na disputa continental. O Corinthians garantiu vaga como campeão do Brasileirão Feminino A1. O Cruzeiro entra como vice-campeão nacional. Já o Palmeiras assegurou participação após terminar na terceira colocação. A expectativa é de forte presença brasileira na briga pelo título continental.
A competição será iniciada com fase de grupos composta por 16 equipes. Os times serão divididos em quatro chaves com quatro clubes cada. O atual campeão será automaticamente alocado no Grupo A. O representante da federação anfitriã ficará no Grupo B. Os demais participantes serão definidos por sorteio, sem confrontos entre clubes do mesmo país na primeira fase.
Mata-mata em jogo único e decisão nos pênaltis
As duas melhores equipes de cada grupo avançam para as quartas de final. A partir daí, o torneio segue em sistema eliminatório com partidas únicas, em caso de empate no tempo regulamentar, não haverá prorrogação. A definição das vagas será direta nas cobranças de pênaltis.
O modelo mantém o formato adotado nas últimas edições da competição. Consolidada como principal torneio de clubes da América do Sul, a Libertadores Feminina tem histórico de domínio brasileiro, ao todo, o Brasil soma 14 títulos na competição.
O Corinthians é o maior campeão da história do torneio. A hegemonia nacional reforça o peso dos representantes brasileiros na edição de 2026. O cenário aponta para mais uma disputa de alto nível técnico no continente.
Premiação recorde na última edição
A edição de 2025, disputada na Argentina entre 2 e 18 de outubro, registrou a maior premiação da história do torneio. Foram distribuídos US$ 5,25 milhões entre os 16 clubes participantes. Cada equipe recebeu US$ 50 mil apenas pela participação. O terceiro colocado faturou US$ 250 mil, enquanto o vice-campeão garantiu US$ 600 mil. Já o campeão embolsou US$ 2 milhões, consolidando o avanço financeiro da competição.