Tendências:
Bolavip Logo
JOGOS DE HOJE
Siga o canal do Bolavip no WhatsApp
Copa do Mundo

As 15 seleções que podem surpreender os favoritos na Copa de 2026

Saiba quais são as seleções que podem oferecer dificuldades às favoritas na briga pelo título da Copa do Mundo 2026

Marrocos é uma das seleções que pode surpreender na Copa. Foto: Franco Arland/Getty Images
© Getty ImagesMarrocos é uma das seleções que pode surpreender na Copa. Foto: Franco Arland/Getty Images

A Copa do Mundo de 2026 reunirá algumas das maiores potências do futebol, mas a história do torneio mostra que as surpresas costumam desempenhar um papel importante. Em diversas edições, seleções fora do grupo de favoritas conseguiram eliminar gigantes e protagonizar campanhas memoráveis.

Desta vez, equipes como Marrocos, Japão, Croácia e Uruguai chegam credenciadas para desafiar os candidatos ao título. Seja pela qualidade de seus elencos, pela organização tática ou pelo excelente momento vivido nos últimos anos, essas seleções possuem argumentos para sonhar alto.

Além delas, países como Colômbia, Senegal, Estados Unidos, Canadá, Suíça e Turquia também aparecem como adversários capazes de complicar a vida dos favoritos. Conheça as 15 seleções que podem surpreender e se transformar nas grandes histórias da Copa do Mundo de 2026.

1) Marrocos

Marrocos. Foto: Franco Arland/Getty Images

Marrocos. Foto: Franco Arland/Getty Images

Marrocos chega à Copa do Mundo de 2026 carregando o status de uma das seleções que mais cresceram no cenário internacional nos últimos anos. Após a histórica campanha que terminou nas semifinais do Mundial de 2022, a equipe deixou de ser vista como surpresa e consolidou-se como uma potência africana, apoiada em um jogo coletivo muito bem estruturado. Com nomes de destaque como Hakimi, Ziyech e En-Nesyri, os marroquinos combinam qualidade técnica com grande disciplina tática.

O trabalho desenvolvido pelo técnico Walid Regragui transformou a seleção em uma das mais difíceis de ser enfrentada. A sólida organização defensiva, o meio-campo compacto e a presença de atletas atuando em grandes clubes europeus garantem competitividade em qualquer confronto. Além disso, o contínuo investimento no desenvolvimento do futebol local permitiu que Marrocos mantivesse sua evolução, refletida em campanhas consistentes, boas posições no ranking da FIFA e domínio nas eliminatórias africanas.

2) Japão

Japão. Foto: Koji Watanabe/Getty Images

Japão. Foto: Koji Watanabe/Getty Images

O Japão consolidou-se como uma das seleções mais respeitadas fora do eixo tradicional do futebol mundial. Conhecidos pela intensidade, velocidade nas transições e extrema disciplina tática, os Samurais Azuis acumularam resultados expressivos nos últimos ciclos, incluindo vitórias marcantes sobre potências como Alemanha e Espanha. A equipe chega ao Mundial apostando em uma identidade coletiva forte e em sua capacidade de competir de igual para igual com qualquer adversário.

Grande parte desse crescimento está ligada ao projeto de longo prazo desenvolvido pela federação japonesa. Atualmente, muitos dos principais jogadores atuam em clubes das maiores ligas da Europa, elevando o nível técnico e a experiência internacional do elenco. Com poucos erros em campo e uma organização que privilegia o coletivo acima das individualidades, o Japão tornou-se uma equipe extremamente difícil de ser superada e uma das candidatas mais perigosas a surpreender na competição.

3) Croácia

Croácia. Foto: Julio Aguilar/Getty Images

Croácia. Foto: Julio Aguilar/Getty Images

Mesmo atravessando um processo gradual de renovação, a Croácia segue sendo uma das seleções mais respeitadas do futebol mundial. Vice-campeã em 2018 e terceira colocada em 2022, a equipe construiu uma reputação baseada na capacidade de crescer em momentos decisivos e superar adversidades. Nomes como Gvardiol e Kovacic mantêm o alto nível competitivo, enquanto novos talentos surgem para dar continuidade ao legado da geração histórica.

O grande símbolo dessa mentalidade vencedora continua sendo Luka Modric, responsável por comandar o ritmo das partidas e liderar o grupo nos momentos de maior pressão. A seleção croata também se destaca pela organização defensiva e pelo impressionante desempenho em jogos que vão para a prorrogação, cenário no qual frequentemente leva vantagem pela maturidade tática e psicológica. A combinação entre juventude e experiência mantém a Croácia como uma adversária extremamente perigosa em torneios eliminatórios.

4) Estados Unidos

Estados Unidos. Foto: Jamie Squire/Getty Images

Estados Unidos. Foto: Jamie Squire/Getty Images

Os Estados Unidos vão à Copa do Mundo impulsionados por um dos fatores historicamente mais relevantes do torneio: jogar em casa. O apoio da torcida, a familiaridade com os estádios e a estrutura local fortalecem as ambições da seleção norte-americana, que busca realizar sua melhor campanha em Mundiais. O crescimento do futebol no país nos últimos anos também elevou as expectativas em torno da equipe.

Além do fator casa, os norte-americanos contam com uma geração jovem e internacionalizada, formada por atletas que atuam em grandes clubes europeus e acumulam experiência em competições de alto nível. A preparação adquirida ao sediar eventos importantes recentemente contribuiu para o amadurecimento do futebol local. Com talento, intensidade e confiança, os Estados Unidos aparecem como uma das seleções capazes de desafiar adversários mais tradicionais.

5) Canadá

Canadá. Foto: Vaughn Ridley/Getty Images

Canadá. Foto: Vaughn Ridley/Getty Images

O Canadá vive um dos momentos mais promissores de sua história no futebol. Sob o comando de Jesse Marsch, a seleção chega ao Mundial motivada pelo fator casa e por uma geração talentosa que busca confirmar a evolução apresentada nos últimos anos. A equipe aposta em um estilo agressivo, marcado por intensidade, pressão constante e transições rápidas.

Os grandes destaques são Alphonso Davies e Jonathan David, dois jogadores capazes de decidir partidas em alto nível. Enquanto Davies oferece velocidade e capacidade de desequilíbrio pelos lados do campo, David se destaca pelo faro de gol e eficiência ofensiva. Além da qualidade técnica, o Canadá também se fortalece por sua diversidade cultural, refletida em um elenco formado por atletas de diferentes origens, fator que contribui para a união e competitividade do grupo.

6) Uruguai

Uruguai. Foto: Julian Finney/Getty Images

Uruguai. Foto: Julian Finney/Getty Images

O Uruguai chega à Copa de 2026 combinando sua tradicional mentalidade copeira com uma nova geração extremamente talentosa. Sob o comando de Marcelo Bielsa, a Celeste adotou um estilo mais agressivo e ofensivo, sem abrir mão da raça que historicamente caracteriza o futebol uruguaio. A equipe reúne jogadores de elite como Federico Valverde, Darwin Núñez e Ronald Araújo, todos consolidados em gigantes europeus.

A influência de Bielsa é percebida principalmente na intensidade da marcação e na velocidade das transições. O meio-campo oferece qualidade técnica para controlar o ritmo dos jogos, enquanto o ataque explora força física e profundidade. Somado a isso, o Uruguai carrega o peso de uma história vencedora, incluindo dois títulos mundiais, fator que frequentemente transforma a seleção em uma adversária temida nos confrontos eliminatórios.

7) Colômbia

Colômbia. Foto: Andres Rot/Getty Images

Colômbia. Foto: Andres Rot/Getty Images

A Colômbia vive uma fase extremamente positiva e chega ao Mundial embalada por resultados expressivos nos últimos anos. Finalista da Copa América de 2024 e dona de uma campanha sólida nas Eliminatórias Sul-Americanas, a equipe demonstrou capacidade para competir de igual para igual com algumas das principais seleções do planeta. O talento de Luis Díaz e a experiência de James Rodríguez são algumas das principais armas colombianas.

O técnico Néstor Lorenzo conseguiu construir um elenco equilibrado, que mistura juventude, força física e qualidade técnica. Jogadores como Davinson Sánchez e Jefferson Lerma ajudam a dar consistência ao sistema coletivo, enquanto a forte ligação com o futebol sul-americano garante competitividade e intensidade. Com confiança elevada e um grupo bem estruturado, a Colômbia surge como uma das seleções mais perigosas fora do grupo de favoritas.

8) Holanda

Holanda. Foto: Dean Mouhtaropoulos/Getty Images

Holanda. Foto: Dean Mouhtaropoulos/Getty Images

A Holanda costuma ser apontada como uma das chamadas “zebras de luxo” em grandes torneios. Embora possua tradição e histórico relevante em Copas do Mundo, a equipe frequentemente chega sem o peso do favoritismo absoluto, condição que costuma favorecer seu desempenho. Sob o comando de Ronald Koeman, os holandeses apresentam uma combinação interessante entre juventude, experiência e organização tática.

A principal força da seleção está no sistema defensivo liderado por Van Dijk, apoiado por jogadores de alto nível como Van de Ven e Dumfries. No meio-campo, nomes como Frenkie de Jong e Xavi Simons acrescentam criatividade e qualidade na construção das jogadas. Com uma defesa sólida e transições rápidas, a Holanda possui características que a tornam capaz de competir com qualquer candidato ao título.

9) Senegal

Senegal. Foto: Franco Arland/Getty Images

Senegal. Foto: Franco Arland/Getty Images

Senegal chega ao Mundial como uma das seleções africanas mais fortes e respeitadas da atualidade. A equipe combina intensidade física, qualidade técnica e experiência internacional, fatores que ajudaram a consolidar os Leões de Teranga entre as principais forças do continente. Grande parte do elenco atua nas principais ligas da Europa, o que garante elevado nível competitivo.

O estilo de jogo senegalês privilegia a agressividade ofensiva, a marcação forte e as transições rápidas, características que costumam gerar dificuldades para adversários de diferentes perfis. Além disso, a seleção carrega a confiança adquirida em campanhas recentes de sucesso e a tradição de já ter surpreendido gigantes em Copas do Mundo. Essa combinação faz de Senegal uma equipe perigosa em qualquer fase do torneio.

10) Bósnia e Herzegovina

Bósnia e Herzegovina. Foto: Getty Images/Getty Images

Bósnia e Herzegovina. Foto: Getty Images/Getty Images

A Bósnia e Herzegovina chega à Copa do Mundo como uma das histórias mais surpreendentes do torneio. A classificação conquistada após eliminar seleções tradicionais como País de Gales e Itália demonstrou a capacidade da equipe de lidar com pressão e crescer em confrontos decisivos. Mesmo sem grandes estrelas internacionais, os bósnios compensam essa limitação com muita organização e espírito coletivo.

A disciplina tática é uma das principais virtudes da seleção, que costuma se defender com eficiência e explorar os contra-ataques com inteligência. Além dos aspectos esportivos, a equipe carrega um forte simbolismo nacional, representando um país que encontrou no futebol um elemento de união. Esse sentimento de superação frequentemente serve como combustível extra para enfrentar adversários teoricamente mais fortes.

11) Coreia do Sul

Coreia do Sul. Foto: Christian Bruna/Getty Images

Coreia do Sul. Foto: Christian Bruna/Getty Images

A Coreia do Sul segue como uma das maiores referências do futebol asiático. Reconhecida pela intensidade física, disciplina tática e capacidade de suportar pressão defensiva, a seleção construiu uma reputação de equipe competitiva e difícil de ser enfrentada. Nos últimos anos, o futebol sul-coreano passou por uma evolução técnica importante, aumentando sua capacidade de desafiar seleções tradicionais.

O elenco conta com jogadores experientes que atuam nas principais ligas europeias e oferecem liderança dentro de campo. A combinação entre velocidade, organização e capacidade de contra-atacar tornou-se uma das marcas da equipe. Além disso, o histórico de resultados surpreendentes em Copas do Mundo reforça a confiança dos sul-coreanos para buscar novas campanhas marcantes.

12) Suíça

Suíça. Foto: Sona Maleterova/Getty Images

Suíça. Foto: Sona Maleterova/Getty Images

A Suíça chega à Copa de 2026 mantendo a reputação de seleção extremamente pragmática e difícil de ser derrotada. Com uma base consolidada há vários anos, a equipe se destaca pela consistência tática, pelo entrosamento e pela capacidade de competir em alto nível contra qualquer adversário. A presença constante em grandes torneios internacionais reforça a experiência do grupo.

Liderada por nomes como Granit Xhaka, Manuel Akanji e Gregor Kobel, a seleção combina liderança, organização defensiva e maturidade competitiva. Ao mesmo tempo, jovens talentos como Dan Ndoye e Noah Okafor acrescentam velocidade e dinamismo ao setor ofensivo. A mistura entre experiência e renovação mantém a Suíça como uma equipe capaz de dificultar a vida de favoritos em confrontos eliminatórios.

13) Turquia

Turquia. Foto: Burak Kara/Getty Images

Turquia. Foto: Burak Kara/Getty Images

A Turquia retorna à Copa do Mundo cercada de expectativa por possuir uma das gerações mais promissoras de sua história recente. Sob o comando de Vincenzo Montella, a equipe desenvolveu um futebol competitivo e intenso, baseado na força coletiva e na qualidade técnica de jogadores capazes de decidir partidas importantes.

O meio-campista Hakan Çalhanoğlu segue sendo o principal organizador da equipe, enquanto jovens talentos como Arda Güler e Kenan Yıldız representam o futuro do futebol turco. A classificação conquistada através da repescagem fortaleceu a confiança do grupo, que busca repetir campanhas históricas como a que resultou no terceiro lugar da Copa do Mundo de 2002.

14) Escócia

Escócia. Foto: WM Sport Media/Getty Images

Escócia. Foto: WM Sport Media/Getty Images

A Escócia vai ao Mundial apostando em sua sólida organização defensiva e na força de um elenco experiente. Sob o comando de Steve Clarke, a equipe desenvolveu um sistema compacto, normalmente utilizando três zagueiros e priorizando a disciplina tática. Essa estrutura permite aos escoceses neutralizar adversários tecnicamente superiores e explorar contra-ataques com eficiência.

Jogadores como Scott McTominay, Andrew Robertson e John McGinn lideram um grupo que ganhou confiança após uma campanha consistente nas Eliminatórias Europeias. O novo formato da Copa também amplia as possibilidades de classificação para equipes organizadas e competitivas. Com isso, a Escócia sonha em alcançar pela primeira vez uma fase eliminatória do torneio.

15) Áustria

Áustria. Foto: Christian Bruna/Getty Images

Áustria. Foto: Christian Bruna/Getty Images

A Áustria chega à Copa do Mundo em ascensão, após anos de crescimento consistente no cenário europeu. A equipe construiu sua identidade a partir de uma forte organização tática e de um estilo de jogo agressivo, baseado em pressão alta e intensidade constante. Esse modelo tornou os austríacos uma seleção incômoda para qualquer adversário.

A campanha dominante nas Eliminatórias reforçou a confiança do grupo e evidenciou a eficácia do trabalho desenvolvido desde 2022. O sistema de jogo conta com recuperação rápida da posse e participação ativa dos defensores nas ações ofensivas. Com um elenco competitivo e uma proposta moderna, a Áustria chega ao torneio como uma das seleções mais preparadas para surpreender.