Nesta terça-feira (28) o São Paulo retorna aos gramados para o desafio diante do Millonarios, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana. Para Damián Bobadilla, a partida acontece em plena preparação para a Copa do Mundo, já que o atleta está ansioso com a provável convocação para disputar o Mundial pela Seleção Paraguaia.
Neste contexto, Bobadilla não deixa de citar o orgulho Tricolor sobre a situação: “Acordo todo dia pensando nisso. Estamos prontos, preparados. Primeiro sou muito grato a Deus pela oportunidade. É uma honra para mim ser (possivelmente) o único representante do São Paulo (na Copa), uma instituição tão grande. Sei que terão muitos torcedores do São Paulo torcendo para o Paraguai e vejo como uma oportunidade, honra”.
O Paraguaio divide a ansiedade para a Copa do Mundo com projeções por títulos na temporada de 2026. Desta forma, em entrevista ao portal ESPN, Bobadilla foi direto ao ponto ao colocar a conquista da Copa Sul-Americana como algo dentro das possibilidades do SPFC.
Acha que o São Paulo vai brigar pelos três títulos que disputa, como afirmou Bobadilla?
Acha que o São Paulo vai brigar pelos três títulos que disputa, como afirmou Bobadilla?
0 PESSOAS JÁ VOTARAM
Bobadilla de olho na Sula
“É um torneio muito viável para nós. Ano passado e em 2024 já ficamos perto da Libertadores. Então nosso foco também é brigar pelo Brasileirão, que estamos perto da liderança, a Copa do Brasil, vencemos o primeiro jogo em casa. Vamos jogo a jogo, mas sem dúvida a Copa Sul-Americana é um torneio que podemos conquistar”, afirmou o meio-campista.
Em campo, Bobadilla vai tentando provar que não é jogador de uma nota só, desses que servem apenas para uma função. Sob o comando de Roger Machado, acabou encaixado mais atrás, como primeiro volante, numa dessas adaptações típicas do futebol brasileiro, em que versatilidade é trunfo para improvisos certeiros.

Bobadilladurante treino no CT Barra Funda. Foto: Marcello Zambrana/AGIF
“Acho que a versatilidade que um jogador pode ter aumenta muito a sua capacidade. Todos os treinadores que passaram aqui, desde que comecei a minha carreira, me falaram que eu poderia fazer diferentes funções. Cheguei aqui como segundo volante. Depois, com Zubeldía, me colocou de primeiro volante”, disse.
Versatilidade começou com Crespo
“Com a chegada do Crespo, eu jogava como o terceiro homem do meio de campo. Ter essa versatilidade é muito bom, gosto de fazer todas as funções. Na seleção também gosto assim. Então isso me ajuda muito a evoluir, crescer. Isso me ajuda bastante”, finalizou.






