O momento de Yan Couto é bem diferente daquele que o colocou como uma das principais opções para a lateral direita da Seleção Brasileira.

Depois de ganhar espaço sob o comando de Dorival Júnior e integrar o elenco que disputou a última Copa América, o defensor não voltou a ser convocado e sequer foi lembrado por Carlo Ancelotti nas listas mais recentes.
Do auge no Girona à instabilidade na Alemanha
Revelado pelo Coritiba, Yan foi negociado com o Manchester City em 2020. O auge da carreira aconteceu no Girona, da Espanha, onde se destacou ofensivamente e chamou atenção pela capacidade de apoiar e participar diretamente das jogadas de gol.
Foi nesse contexto que recebeu as primeiras oportunidades na Seleção e atuou em dois jogos no atual ciclo: a vitória por 3 a 2 sobre o México e o empate por 3 a 3 com a Espanha.
No entanto, a troca no comando técnico da Seleção coincidiu com um período turbulento na carreira do lateral. Em 2024, ele chegou ao Borussia Dortmund, mas enfrentou dificuldades de adaptação ao futebol alemão e também lidou com lesões.
Números abaixo e pouca minutagem
Desde que desembarcou no clube alemão, Yan Couto soma 57 partidas e quatro assistências. Em 2026, entrou em campo em sete dos 11 compromissos do Dortmund, sendo titular em apenas duas oportunidades.
Sob o comando de Niko Kovač, ainda não conseguiu se firmar entre os titulares. A falta de sequência impacta diretamente sua visibilidade e o coloca em desvantagem na disputa por uma vaga na Copa do Mundo.
Concorrência forte na lateral
Enquanto Yan tenta retomar espaço, Ancelotti mantém a posição em aberto. Danilo, do Clube de Regatas do Flamengo, aparece como favorito no momento.
Outros nomes já convocados pelo treinador italiano incluem Wesley (AS Roma), Vanderson (AS Monaco FC), Paulo Henrique (Club de Regatas Vasco da Gama) e Vitinho (Botafogo de Futebol e Regatas).