No último domingo (14), a Alemanha repetiu o que havia feito com o Brasil em 2014 e aplicou 7 a 1 em uma Copa do Mundo, desta vez diante de Curaçao, estreando com pé direito e liderando seu grupo.
Em entrevista ao quadro Pode Perguntar, do Fantástico, Felipão, que estava no comando da Seleção Brasileira naquela goleada dramática, revelou qual foi sua principal preocupação quando a equipe chegou ao intervalo já sendo “massacrada”:
“Reavaliação quando está 5 a 0 é difícil. O que serve a alguém que está, como eu estava naquela situação, como líder daquele grupo? Era não fazer ter a arrasada final com todos eles, mostrar a eles que o mundo não terminou, que aquilo ali não era o fim, o nosso fim”, disse.
Dividiu as responsabilidades:
Logo em seguida, o treinador, que foi campeão com a Amarelinha em 2002, também refletiu sobre sua responsabilidade pelo resultado negativo, rejeitando completamente a ideia de carregar sozinho o peso:
“Em 2002, quem foi campeão mundial? Brasil. Mas não fui eu o campeão. Eu era um. Então, no 7 a 1, eu era mais um. Eu tenho que saber me colocar desta forma. Ganhamos em grupo, perdemos em grupo“, afirmou.
Felipão foi culpado pelo 7x1?
Felipão foi culpado pelo 7x1?
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Além disso, Luiz Felipe Scolari contou que ter recebido, logo em seguida da eliminação no mundial, a oportunidade de voltar ao Grêmio foi fundamental para retomar a confiança e continuar trabalhando: “Então a gente precisa de pessoas amigas do lado para que essas pessoas te deem a mão”, afirmou.
China foi exemplo:

Derrota por 7 a 1 foi histórica na Copa do Mundo – (Photo by Jamie McDonald/Getty Images).
Por fim, Felipão que a goleada sofrida diante de Alemanha não resume sua trajetória profissional, usando como exemplo sua passagem pelo futebol chinês após deixar a seleção: “Tanto é que, anos depois, eu fui trabalhar na China, conquistamos lá na China com a minha equipe sete títulos. Ou seja, o 7 a 1 reverteram os sete títulos lá da China”, afirmou.






