O São Paulo deve apresentar ao Conselho Deliberativo, nos próximos dias, duas operações de crédito que somam aproximadamente R$ 74 milhões. A proposta será analisada pelos conselheiros, que precisarão votar pela aprovação ou não dos contratos.

SP – SAO PAULO – 27/01/2026 – APRESENTACAO RAFINHA GERENTE ESPORTIVO DO SAO PAULO FC – Harry Massis Junior durante apresentacao oficial de Rafinha como gerente esportivo do Sao Paulo em coletiva de imprensa realizada no CT Barra Funda. Foto: Marcello Zambrana/AGIF
© Marcello Zambrana/AGIFSP – SAO PAULO – 27/01/2026 – APRESENTACAO RAFINHA GERENTE ESPORTIVO DO SAO PAULO FC – Harry Massis Junior durante apresentacao oficial de Rafinha como gerente esportivo do Sao Paulo em coletiva de imprensa realizada no CT Barra Funda. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

A diretoria do clube entende que os empréstimos podem ajudar a reforçar o caixa e garantir maior estabilidade financeira no curto prazo. O objetivo é ampliar o fluxo de recursos para cumprir compromissos previstos no planejamento do ano. A informação inicial foi divulgada pelo jornalista Valentín Furlan, que detalhou os valores envolvidos nas negociações.

Uma das operações previstas pelo clube envolve um empréstimo de R$ 34 milhões junto ao banco Daycoval. A segunda negociação apresentada pela diretoria trata de um crédito de R$ 40 milhões com o banco Tricury.

Operações envolvem dois bancos

Conselho precisa autorizar contratos. Somadas, as duas operações atingem aproximadamente R$ 74 milhões, valor que poderá ser incorporado ao caixa do São Paulo caso o Conselho Deliberativo aprove as propostas.

Harry Massis Junior, atual presidente do São Paulo – Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Para que os empréstimos sejam efetivados, o estatuto do clube exige a aprovação do Conselho Deliberativo. A votação precisa ter maioria simples entre os conselheiros presentes para autorizar a formalização dos contratos com as instituições financeiras.

Clube ainda tem limite de captação

Somente após esse processo interno o São Paulo poderá avançar na liberação dos recursos. O planejamento financeiro do São Paulo para 2026 prevê um limite de captação de cerca de R$ 270 milhões.

Esse valor engloba diferentes formas de obtenção de recursos, incluindo empréstimos e operações via FIDC. A diretoria entende que a utilização dessas linhas de crédito pode ajudar a equilibrar o fluxo financeiro do clube ao longo da temporada.