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HOMENAGEM

Grêmio eterniza cadeira de Cacalo em homenagem ao seu Patrono

Grêmio homenageia Cacalo com inauguração de cadeira simbólica na Arena no dia 5 de abril.

Foto: Morgana Schuh / Grêmio FBPA
Foto: Morgana Schuh / Grêmio FBPA

O Grêmio prepara uma homenagem carregada de significado para um dos maiores nomes de sua história. No dia 5 de abril, às 19h, o clube realizará a cerimônia de inauguração da cadeira que pertenceu a Luiz Carlos Silveira Martins, o eterno Patrono Cacalo.

O local escolhido não poderia ser outro: a cadeira G18, no bloco 205, espaço que marcou a presença constante de um dirigente que viveu o Grêmio de forma intensa, próxima e apaixonada.

A iniciativa nasceu de um gesto pessoal. O ex-dirigente e amigo de longa data de Cacalo, Sérgio Vazquez, adquiriu a cadeira após o falecimento do amigo com o objetivo de preservar aquele espaço tão simbólico. A ideia inicial era simples, mas cheia de sentimento: instalar uma placa em homenagem.

De gesto pessoal a homenagem eterna

A proposta foi levada ao clube, que decidiu ir além. O Grêmio optou por eternizar a cadeira, transformando aquele local em um marco permanente de reconhecimento à trajetória de Cacalo.

Mais do que uma lembrança, é um símbolo. Um ponto de memória dentro da Arena, onde o torcedor poderá enxergar não apenas um assento, mas uma história construída com dedicação, amor e identidade com o clube.

Sérgio Vazquez, emocionado, reforçou o compromisso com esse legado:

“Ela vai permanecer comigo enquanto eu estiver pagando, até eu morrer. Depois que eu me for deste plano, não será mais vendida a ninguém.”

Um lugar que vira história

A homenagem carrega um significado que vai além da estrutura física. É o reconhecimento de um homem que viveu o Grêmio em sua essência, acompanhando de perto momentos históricos e ajudando a construir a grandeza do clube.

Eternizar essa cadeira é, de certa forma, manter viva a presença de Cacalo no dia a dia do Grêmio. É transformar um espaço comum em um símbolo permanente de gratidão.

Um gesto simples, mas poderoso.

Porque algumas histórias não podem — e não devem — ser esquecidas.