Na véspera do primeiro jogo da final do Campeonato Gaúcho, o capitão Arthur dividiu o protagonismo com Alan Patrick em evento promovido pela Federação Gaúcha de Futebol, em Porto Alegre. Ao lado dos técnicos Luís Castro e Paulo Pezzolano, os capitães falaram sobre o peso da braçadeira às vésperas do Gre-Nal 450.

Arthur, volante do Grêmio em partida pelo campeonato brasileiro (Foto: Pedro H. Tesch/Getty Images)
© Getty ImagesArthur, volante do Grêmio em partida pelo campeonato brasileiro (Foto: Pedro H. Tesch/Getty Images)

O clássico entre Grêmio e Internacional está marcado para domingo (1º), às 18h, na Arena. A partida de volta será disputada no dia 8, no Beira-Rio.

“Não existe só um líder”, afirma Arthur

Durante o encontro, Arthur revelou um bastidor importante do ambiente gremista: a liderança não está concentrada apenas na braçadeira.

“É uma responsabilidade muito grande, mas também um privilégio. Não existe só um líder. Cada um tem seu estilo. Liderança é muito o que você faz com suas atitudes. Não adianta ter a faixa e não dar exemplo”, afirmou o volante.

Luís Castro tem dúvidas importantes no Grêmio para o Gre-Nal – Foto: Maxi Franzoi/AGIF

O camisa gremista reforçou que decisões exigem protagonismo distribuído e maturidade coletiva, principalmente em clássicos de alta tensão.

“Representa muita coisa, mas o futebol é coletivo. Não é uma ou outra pessoa. É o grupo todo trabalhando junto.”

Pressão faz parte do clássico

Os capitães também abordaram o peso emocional de uma final de Gre-Nal. Arthur destacou que o controle emocional será determinante desde o apito inicial.

Internamente, a comissão técnica trabalha para reduzir erros nos primeiros minutos, quando o jogo costuma ser mais intenso. A avaliação é de que disciplina tática, comunicação rápida e leitura de jogo serão fatores decisivos nos lances-chave.