O Vasco ainda contabiliza os impactos financeiros do período sem jogos durante a pandemia do novo coronavírus. O presidente Alexandre Campello, em entrevista ao canal oficial do clube no Youtube, fez as contas e projetou quanto o Gigante da Colina irá deixar de arrecadar, desde receitas de bilheteria, até venda de produtos e patrocinadores.

“Temos perdido receitas de todas as formas, desde a venda de produtos que geram royalties, isso reduz o que recebemos, mas também através de bilheteria, o próprio patrocinador. O Vasco tem sofrido bastante com essa paralisação. A TV suspendeu um dos pagamentos de uma das parcelas do Carioca e propôs uma redução na cota do Campeonato Brasileiro, fora Copa do Brasil, Sul-Americana”, disse.
“Há um comprometimento de quase todas as receitas do clube.Estimamos que esse impacto vá ser de uns R$ 40 milhões. Estimo que não deva ser menor do que isso o impacto dessa pandemia”, completou Alexandre Campello.A última vez que o Vasco entrou em campo foi no dia 15 de março, na derrota no clássico para o Fluminense. Desde então, são 45 dias sem jogos.
Na transmissão ao vivo realizada pelo clube, o vice-presidente de finanças, Carlos Leão, revelou que o Vasco deixou de fechar com um parceiro por conta da pandemia. A diretoria esteve próxima de assinar um acordo que iria gerar fundos imediatos. As conversas foram interrompidas, mas não está descartado um acerto futuro.
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“A gente vinha tendo uma negociação bem pioneira no mercado, que não me permite dar detalhes agora, que iria gerar para gente, num prazo curtíssimo, R$ 10 milhões. Isso vinha bem encaminhado, quando a pandemia veio, começamos a ter problemas em relação a esse valor, continuamos negociando com o parceiro essa operação, mas essa monta já fica um pouco prejudicada em relação à insegurança que existe no mundo em relação a investimento”, contou.