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Corinthians não descarta saídas de Gui Negão e Felipe Longo na janela de transferências

Além de Breno Bidon, Yuri Alberto, André Luiz e Hugo Souza, a dupla também tem chance de não seguir no Timão

Gui Negão vem recebendo poucas oportunidades no Corinthians.
© Foto: Marcello Zambrana/AGIF -Gui Negão vem recebendo poucas oportunidades no Corinthians.

Da mesma forma que vem buscando alternativas no mercado da bola em busca de agregar ainda mais qualidade ao elenco, o Corinthians também está estudando nos bastidores quais jogadores devem ser negociados.

Nos últimos dias, estão surgindo muitas informações de que Yuri Alberto, Hugo Souza, Breno Bidon e especialmente André Luiz estariam sendo acompanhados de perto por clubes do futebol europeu.

A questão é que mais nomes podem sair: segundo a Itatiaia, Gui Negão e Felipe Longo são outros que tem a permanência incerta, ainda mais após perderem espaço e não conseguirem receber chances em campo.

Situação dos jovens:

No caso do jovem atacante, chegou a ter bons momentos no profissional, mas após uma lesão pela Seleção Brasileira sub-20, juntamente com a chegada de nomes como Lingard e Kaio César, não vem sendo aproveitado.

Já o goleiro virou a 3ª opção no elenco atual, ainda mais depois de ótimas atuações de Kauê recentemente. Com cidadania italiana, passou a receber sondagens do exterior, ainda mais por não ser considerado extracomunitário.

Corinthians deveria vender os 2 jovens?

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Importante lembrar que nenhum dos dois garotos acima citados recebeu alguma proposta oficial até o momento, mas caso chegue algo considerado vantajoso, a diretoria deve abrir negociações, já que espera garantir R$ 151 milhões com negociações.

Contratos e multas:

Felipe Longo virou 3ª opção no Corinthians - Foto: Anderson Romão/AGIF.

Felipe Longo virou 3ª opção no Corinthians – Foto: Anderson Romão/AGIF.

Gui Negão: contrato até junho de 2030, com multa rescisória internacional fixada em 100 milhões de euros (R$ 586,1 milhões).

Felipe Longo: contrato até março de 2029, com multa rescisória para o mercado internacional de 100 milhões de euros (R$ 595,9 milhões), e para clubes brasileiros de R$ 180 milhões.