Segundo informações do jornal francês Foot Mercato, William Saliba virou motivo de preocupação para a seleção da França após deixar a final da Champions League com problemas físicos. O defensor do Arsenal será submetido a exames para avaliar a extensão da lesão e verificar se terá condições de disputar a Copa do Mundo.
Ainda de acordo com o Foot Mercato, o zagueiro já convivia com limitações físicas antes da decisão contra o PSG. A situação teria se agravado durante a partida, que terminou empatada em 1 a 1 no tempo normal e foi decidida nos pênaltis, com o título ficando com a equipe parisiense.

Saliba pela França. Foto: Alex Livesey/Getty Images
Opções para Didier Deschamps
Saliba chega à Copa do Mundo após uma temporada de destaque pelo Arsenal. O zagueiro foi uma das referências do sistema defensivo da equipe inglesa e teve papel importante ao lado de Gabriel Magalhães na campanha que levou o clube à final da Champions League.
Apesar da preocupação com a condição física do defensor, a França conta com alternativas de alto nível para o setor. Didier Deschamps tem à disposição nomes como Ibrahima Konaté, Jules Koundé e Dayot Upamecano, todos com experiência em grandes competições internacionais. Dembélé também vira preocupação.
França é favorita na Copa?
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Vice-campeã na edição anterior do Mundial, a seleção francesa iniciará sua caminhada na Copa diante do Senegal, em 16 de junho. Na sequência da fase de grupos, os franceses terão pela frente os confrontos contra Iraque e Noruega em busca da classificação ao mata-mata.
França é uma das favoritas na Copa
A França chega à Copa do Mundo de 2026 apontada como uma das principais favoritas ao título. Com um elenco repleto de estrelas que atuam nos maiores clubes da Europa, a seleção mantém uma base forte e experiente, além de jogadores acostumados a disputar decisões em alto nível.
O peso recente da equipe também reforça esse favoritismo. Os franceses conquistaram o título mundial em 2018 e voltaram à final em 2022, quando ficaram com o vice-campeonato. A campanha deste ano ainda tem um ingrediente especial: será a última Copa do Mundo de Didier Deschamps no comando da seleção antes de sua saída após o torneio.






