Ao final do Campeonato Brasileiro, o Santos tinha mais problemas do que soluções no elenco. Para começar, no comando. Orlando Ribeiro dirigiu a equipe interinamente após a demissão de Lisca e o presidente Andres Rueda já monitorava o mercado atrás de um integral. No departamento de futebol, havia a necessidade de um diretor-executivo. Em menos de um mês, parece que tudo foi resolvido.
Primeiramente, Rueda trouxe Paulo Roberto Falcão como coordenador esportivo. Com ele, chegou Odair Hellmann para dirigir o time em 2023. Falta, ainda, o tal diretor de futebol. O colega Thiago Fernandes, do portal GOAL, informa que Diego Cerri, ex-Bahia e Grêmio, voltou a ser o alvo preferido da direção.
Cerri deixou o Grêmio recentemente, logo após a eleição de Alberto Guerra para presidente do clube gaúcho. A diretoria já havia procurado o diretor de futebol há cerca de um mês, mas naquela oportunidade trabalhava na transição do futebol, já que o Tricolor retornara à Série A do Campeonato Brasileiro.

A intenção de Rueda é que Cerri seja o homem forte do futebol na Vila Belmiro, acima da função de Falcão. De acordo com a reportagem, o dirigente analisa a investida do Santos, porém age com cautela para não cometer novas surpresas, visto a última experiência, no Grêmio.
Nas redes sociais, muitos setoristas e torcedores do Peixe se animaram com a possibilidade de preencher o cargo, já que o mandatário praiano vinha acumulando a reponsabilidade depois da saída de Newton Drummond.
Oloco! Olha o Peixão buscando reforçar seu Departamento de Futebol. Para um clube que era comandado em todos os âmbitos por seu Presidente (um desconhecedor do riscado), isso é lindo, hein? Vamos! https://t.co/XoxkOCy2oi
— Renan Cesar (@Renancesar94) November 30, 2022
Lembrando que Cerri se destacou principalmente na função do Bahia, por onde atuou até dezembro de 2020. Seu bom trabalho na Fonte Nova, inclusive, atraiu o rival Palmeiras. O clube comandado por Leila Pereirachegou a negociar com o dirigente para a vaga do então demitido Alexandre Mattos, no fim de 2019. Na época, a mandatária era conselheira, porém próxima do então presidente Maurício Galiotte.





