Não foi dessa vez, Verdão! O Palmeiras lutou, criou chances e teve uma grande atuação, mas não conseguiu bater o Chelsea, pelo Mundial de Clubes. Lukaku, já no segundo tempo, abriu o placar, de cabeça. Após toque na mão de Thiago Silva, o Alviverde deixou tudo igual com Veiga. Na prorrogação, Havertz desempatou em cobrança de pênalti e acabou com o sonho.
“Meu coração, hoje, vou curar o que estou a sangrar por dentro. Mas vou dizer isso: vou proibir meus jogadores de não comemorar o segundo lugar. Ai deles que não cheguem no hotel, não tomem cerveja, no avião. Vou ser o primeiro a obrigá-los a celebrar o segundo lugar. Sinto um orgulho tremendo do que fizemos”, disse Abel, em coletiva, ainda em Abu Dhabi.
Agora, o objetivo é focar em outras competições. Leila segue no mercado e pretende reforçar o Palmeiras com nomes de peso. Antes, o elenco será reformulado e Abel terá participação na saída de alguns jogadores. Caso de Deyverson, que ainda não definiu seu futuro e aguarda uma definição. O atacante, aliás, bateu um papo com o “GE.com” e se manifestou.

“Eu amo o Palmeiras, isso já falei em todas minhas entrevistas. Sei que o contrato vai ficando meio apertado por tudo o que vivi aqui. A voz até embarga, não sei o que vai ser do futuro. Se fosse por mim, não ia querer nunca ir embora. Não sei até quando vou ficar aqui, se vou renovar ou se vou embora. Minha família é muito feliz aqui, minhas filhas”, destacou.
Duas palavras resumem: orgulho e amor. Estamos sempre juntos ��#AvantiPalestra pic.twitter.com/PNh0zecrhG
— SE Palmeiras (@Palmeiras) February 14, 2022
“Mas é deixar na mão do meu empresário, ver o que é melhor para eles, para mim, para todos. Como o Abel sempre fala, todos somos um. Se fosse por mim, se o Deyverson tivesse esse poder, eu morreria no Palmeiras”, completou o atacante. Deyverson, vale lembrar, foi o “herói” da última Libertadores, aproveitando o vacilo de Andreas Pereira e marcando o 2º gol.




