Considerado um dos melhores jogos nesta primeira rodada de Copa do Mundo, o empate eletrizante entre Holanda e Japão trouxe um destaque curioso, que vai além dos destaques dentro de campo: o técnico Hajime Moriyasu.
Isso porque sob o seu comando, o Japão enfrentou adversários europeus em nove oportunidades marcantes e ainda segue invicto. Para se ter ideia, a diferença de desempenho contra países do Velho Continente é 22,1% superior ao dos últimos trabalhos na Seleção Brasileira.
Inclusive, o confronto contra países europeus é o que “tira o sono” do torcedor Brasileiro, já que as últimas cinco eliminações foram contra França, Holanda, Alemanha, Bélgica e Croácia.
Caso encontre Japão ou Holanda, o Brasil pode ser eliminado na Copa do Mundo?
Caso encontre Japão ou Holanda, o Brasil pode ser eliminado na Copa do Mundo?
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Técnico japonês tem melhor desempenho que o Brasil
O comandante dos Samurais Azuis construiu um retrospecto recente de dar inveja, transformando sua seleção em uma pedra no sapato dos europeus. Em nove jogos, foram seis vitórias, incluindo sobre Alemanha, Inglaterra e Turquia. Além de empates contra Escócia, Islândia, Croácia e Holanda.
Contra os croatas, nas oitavas da Copa de 2022, acabaram empatando no tempo normal e só perdendo nos pênaltis. Como prova desta evolução promovida por Moriyasu, o Japão venceu o Brasil pela primeira vez na história por 3 a 2, em amistoso no ano passado.

Japão venceu o Brasil em amistoso no ano passado pela primeira vez na história. Foto: Koji Watanabe/Getty Images)
Ao todo, o treinador japonês ostenta um aproveitamento avassalador de 77,7% contra equipes da UEFA, sem saber o que é perder para eles. E com uma geração bem talentosa, Moriyasu já mostrou na estreia do mundial que pode ser a grande “surpresa” desta edição, deixando o Brasil em atenção, já que os dois países podem se cruzar no mata-mata.
Velho fantasma que assombra Ancelotti
Assim como o Japão, outro europeu também pode acabar “batendo de frente” com a Seleção já nas próximas fases. Trata-se da Holanda, que foram carrascos em 2010 e na disputa do terceiro lugar em 2014.

Já na Seleção Brasileira tem um histórico completamente distinto. Desde o título de 2002, a Seleção Brasileira mediu forças com europeus em 18 partidas de Mundiais. Embora o retrospecto geral indique uma vantagem protocolar com 10 vitórias, o aproveitamento final fica em apenas 55,6%.






