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Esquecido na ‘Era Luxemburgo’, Scarpa abre o jogo: “Não pensava mais em jogar esse ano”; meia está em alta com Abel no Palmeiras

O meia falou sobre as oportunidades que mudaram sua jornada no Palmeiras; Abel deu um novo rumo para carreira do jogador

Esquecido na ‘Era Luxemburgo’, Scarpa abre o jogo: “Não pensava mais em jogar esse ano”
Esquecido na ‘Era Luxemburgo’, Scarpa abre o jogo: “Não pensava mais em jogar esse ano”

Gustavo Scarpa deve completar 100 jogos com a camisa do Palmeiras, no próximo sábado (19), na partida contra o Internacional, em Porto Alegre. O camisa 14 tem 61 vitórias, 25 empates e 13 derrotas em sua jornada palestrina. Marcou 22 gols e fez 13 assistências. Números de um jogador que passa por uma positiva virada de postura no clube, como um dos trunfos de Abel.

Na tarde desta quinta-feira (17), o jogador concedeu coletiva na Academia de Futebol, falando sobre o momento vivido, como tem encarado a nova realidade do Palmeiras, vivendo uma atmosfera muito positiva no elenco. A ‘virada de chave’ está relacionada a Abel Ferreira. Scarpa comenta sobre a relação com o treinador português.

“A gente sente respaldo dele. Sente que confia no grupo e não permite que nada externo atrapalhe a equipe. O que a gente gosta bastante na personalidade dele é que ele foca na questão tática. É um cara que passa muita confiança”, detalhou.

Scarpa tira onda na comemoração do gol de Rony, contra o Libertad – Foto: Flickr – Palmeiras

O jogador completou os esclarecimentos revelando como acontece o trabalho técnico da equipe: “O fato de treinar todos da mesma maneira, titular e reserva, fica todo mundo preparado do que tem que fazer. O foco da comissão é dar moral e atenção para quem está disponível. Eles focam no que é possível e tem dado certo”.

Uma das revelações mais surpreendentes e que jogam luz na mudança ocorrida na carreira do jogador: “Não pensava mais em jogar esse ano. Tinha dado como certo de que precisaria arrumar outra alternativa. Tive pouquíssimas oportunidades antes do Abel. Não tive sequência. Todo mundo tem sua parcela de culpa”, ponderou. Sobre como foi aguentar a pressão e o fato de ter ficado de lado no elenco: “Me mantive, a maior parte do tempo, com a cabeça boa”.

Recentemente, o Verdão sofreu uma onda de comentários maldosos sobre um possível racha entre medalhões e revelações da base. Scarpa, que já tem uma certa rodagem, comentou como enxerga os jovens do elenco: “Tenho 26 anos… Não sou dos mais experientes. Mas, mano, os moleques tem personalidade demais e não sentem peso da decisão. Têm muita chance de crescer. E a gente confia demais no trabalho deles. A gente precisa unir as melhores características de cada um”.

Para concluir, o meia pontua sobre futuro e passado de sua jornada palestrina: “Espero manter o bom momento que estou vivendo e ajudar o Palmeiras a conquistar títulos. Não podemos acreditar que, quando estamos bem, que somos os melhores. Nem que, quando estamos mal, que somos os piores. É ter noção de quem somos e da qualidade que temos”, filosofou o camisa 14.

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