O interesse do Paris Saint-Germain em contar com Messi em seu elenco foi notícia bastante especulada nas últimas semanas. Planejamento e estratégias foram aventados para tirar La Pulga do Barcelona. Entretanto, segundo informação divulgada pelo jornal francês Le Parisien, o PSG brecou qualquer tratativa e recuará nos trabalhos para a contratação. A informação foi reverberada do UOL Esportes.
A desistência momentânea se deu por conta da intenção do clube em trabalhar por equilíbrio fiscal. Manter o francês Kylian Mbappé e o brasileiro Neymar Jr e ainda na mesma temporada bancar Messi, seria inviável para a saúde financeira do clube francês.
Trata-se de uma boa notícia para o presidente do Barça, Joan Laporta. A permanência do craque argentino no Més que um Club é uma das prioridades de Laporta. Em seu discurso de posse, tal empenho foi até citado: “Se tivéssemos um estádio cheio, você não sairia, com certeza, mesmo que a pandemia nos deixe “sangrando”. Mas vamos tentar te convencer. Me perdoe por me referir a este ato, mas você sabe o quanto eu te amo, você sabe que o Barça ter quer”, declarou o novo presidente. Messi assistia a sessão de posse da plateia.

O final do contrato de La Pulga no Blaugrana está perto do fim, em junho deste ano, termina o vínculo do jogador no Barça. O relacionamento entre Messi e o clube é algo que há tempos perde o caráter amistoso. Em 2020, o jogador tentou a liberação alegando uma brecha que permitiria a saída sem custos, mas a diretoria catalã exigiu o cumprimento do vínculo até o final.
No começo do ano, a revelação feita pelo jornal El Mundo, sobre as condições astronômicas de seu contrato irritou o jogador. Segundo o veículo Espanhol, o acerto assinado em 2017 rende € 555.237.619, entre valores fixos e variáveis, pelos quatro anos. Na cotação atual, o valor corresponde a R$ 3,6 bilhões. O valor líquido recebido pelo craque pode chegar até a € 74,9 (R$ 496 milhões), que é mais que o dobro do que o recebido no PSG por Neymar e por Cristiano Ronaldo na Juventus.





