A chegada da SAF comandada por Ronaldo Fenômeno mudou o panorama do Clube Celeste. Muita coisa mudou para melhor na Toca, porém, a Raposa segue na missão de resolver inúmeros problemas e cobranças na Justiça. Um dos casos conhecidos é o do meia Rodriguinho, que moveu uma ação contra o Cruzeiro, pedindo R$ 4,16 milhões do Cruzeiro referente a direitos de imagem, entretanto, nesta segunda-feira (17), o caso ganhou uma nova nuance.
Segundo informação do portal Globo Esporte, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais suspendeu a reclamação do jogador. Para interromper o pedido de Rodriguinho, foi alegado que o Clube passa por Recuperação Judicial, todavia, a Justiça deferiu o pleito do atleta.
A suspensão foi determinada na última quinta-feira (17) e o juiz Luís Fernando Nigro Corrêa suspendeu a ação de Rodriguinho por 180 dias. A explicação para a atitude está no deferimento da recuperação judicial Celeste, que cravou: “fica determinada a suspensão de todas as ações e execuções contra o clube, pelo prazo de 180 dias”.
Ação do meia Rodriguinho, no Tribunal de Justiça de MG, requerendo o pagamento de R$ 4,16 milhões do Cruzeiro referente a direitos de imagem, foi suspensa pela Justiça. O motivo é a Recuperação Judicial pelo qual o clube passa e, por isso, o jogador teve o pedido deferido. pic.twitter.com/7QL0I7fqOW
— InfoRaposa (@_InfoRaposa) October 17, 2022
A ação foi lançada em setembro de 2021 e, em seu escopo, pede que seja quitado pendências que, segundo Rodriguinho, foram deixadas de lado. O meia afirma que o Cruzeiro não pagou nenhuma parcela do contrato inicial e tampouco do acordo que rescindiu seu contrato, em 2020. No acordo, ficou determinado que o Clube Celeste deve pagar R$ 2,08 milhões ao jogador, em 20 parcelas mensais, sendo a primeira em 15 de abril deste ano.
���� Estes são os nossos atletas relacionados para a partida contra o Guarani!#CRUxGUA | #UmGiganteIncontestado pic.twitter.com/Yg0iEuQavv
— Cruzeiro �� (@Cruzeiro) October 17, 2022
O montante atingiu o valor de R$ 4,16 milhões, pois, no acerto, uma cláusula estipula que em caso de atraso maior do que 30 dias no pagamento de qualquer parcela, todas teriam seu vencimento antecipado, assim como uma multa de 100% do valor total deve ser aplicada. Além da reclamação trabalhista e cível, o Cruzeiro ainda tem outra preocupação com Rodriguinho. É a reclamação do Pyramids, do Egito, no Tribunal Arbitral da FIFA. O clube mineiro espera, ainda para esse ano, a chegada de uma ordem de pagamento. O valor supera os R$ 30 milhões.





