Nesta segunda-feira (31), o São Paulo rescindiu o contrato com um jogador que surgiu como uma grande promessa, mas que acabou não correspondendo às expectativas. Trata-se de Júnior Tavares, lateral-esquerdo que veio do Grêmio em 2016, e venceu a Copa RS e a Copa do Brasil sub-20 nas categorias de base do Tricolor paulista.
A partir de 2017, com a chegada do técnico Rogério Ceni, ele passou a integrar o elenco profissional, assumindo a titularidade logo de cara, pelo fato de o São Paulo ter perdido Mena durante a janela de transferências e não ter encontrado nenhum nome para a posição. Júnior até jogou bem o Campeonato Paulista, mas perdeu a posição no Brasileirão.
No fim daquele ano, foi cogitada uma troca com o Corinthians, envolvendo também o atacante Lucca. A mãe do jogador, no entanto, se disse contrária a esse negócio, dizendo que nunca o seu filho jogaria no rival. Júnior Tavares permaneceu no São Paulo, teve um período curto de testes no Rennes, e foi emprestado à Sampdoria.
Sem muitas oportunidades na Itália, o lateral-esquerdo esteve no Portimonense na temporada 2019-20, e atuou no último ano com a camisa do Sport. No Leão, ele disputou 35 partidas e não marcou nenhum gol, ficando na reserva de Sander na maior parte do tempo. Dispensado pelo clube, o São Paulo optou por rescindir o contrato.
Aos 25 anos, Júnior Tavares passa a procurar um novo clube para jogar, muito menos valorizado do que estava em 2017, quando se destacou no Campeonato Paulista sob o comando de Rogério Ceni. No Tricolor, foram 50 jogos e nenhum gol marcado.




