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São Paulo

Em má fase no setor ofensivo e perto do Z-4, São Paulo tem seu pior ataque na história do Brasileirão

Tricolor Paulista ocupa a 14ª colocação na tabela e o 2º pior ataque da competição nesta temporada; risco de cair para a segunda divisão nunca foi tão iminente

Rigoni, destaque ofensivo do São Paulo, é mais um em má fase neste momento; Tricolor tem 2º pior ataque deste Brasileirão, com apenas 26 gols marcados
© Ettore Chiereguini/AGIFRigoni, destaque ofensivo do São Paulo, é mais um em má fase neste momento; Tricolor tem 2º pior ataque deste Brasileirão, com apenas 26 gols marcados

O São Paulo tem vivido com a ameaça cada vez mais constante de entrar na zona de rebaixamento logo na reta final do Campeonato Brasileiro. Devido aos maus resultados na sequência de jogos da equipe nos últimos meses, o Tricolor Paulista tem pensado, jogo a jogo, em como se distanciar do espaço mais preocupante da tabela da competição.

Na 14ª posição, com 42 pontos, a 2 do Juventude, primeiro time no Z-4, o Soberano vive um momento complicado em relação ao sistema ofensivo. Com apenas 26 gols marcados em 34 jogos neste Brasileirão, a equipe paulista tem o segundo pior ataque do torneio, perdendo apenas para o Sport, que fez 21 em 34 partidas. De acordo com levantamento do UOL Esporte, este também é o pior aproveitamento ofensivo da história do Clube em edições de Campeonato Brasileiro em todos os tempos, com média de 0,76 gol por jogo, superando o 0,81 de 1988.

A marca deste ano, também de acordo com registros do levantamento do UOL, impacta em comparação com uma das apresentadas pelo São Paulo no começo deste século. Em 2003, só o atacante Luis Fabiano fez 23 gols em uma edição de Brasileirão, 3 a menos que todo o Tricolor Paulista nesta temporada da competição. Naquele ano, o Campeonato Brasileiro era disputado em 46 jogos – 24 times participavam -, mas os números não deixam de ser impactantes. O atacante são-paulino marcou 23 vezes em 40 partidas, tendo média de 0,6 gol por jogo, parecida com o 0,76 da equipe atual.

Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Foto: Marcello Zambrana/AGIF – Rogério Ceni tem dor de cabeça para escalar e ajustar ataque do São Paulo; time marca poucos gols e fase dos atacantes não é boa

Ainda sem encontrar um sistema ofensivo confiável, o São Paulo de Rogério Ceni tem em Rigoni e Calleri os dois pilares de ataque para o momento. Sem Luciano, que se recupera de uma cirurgia na mão, e com Éder em um mau momento por conta das sequentes lesões e dos jogos abaixo da expectativa, o time tenta se reerguer a tempo de escapar do Z-4. Além deles, a outra opção é Pablo, que nunca agradou a torcida, e passa por grandes instabilidades na passagem pelo Clube, embora seja o artilheiro da equipe neste recorte desde o início do Campeonato Paulista em 2021, com 13 gols.

Na última rodada, o Soberano empatou em casa por 0 a 0 com o Athletico-PR, e agora tentará se revigorar, diante do Sport, neste sábado (27), também no Morumbi. O time pernambucano é o vice-lanterna do Brasileirão, com apenas 33 pontos, e pode ser rebaixado já na próxima rodada, caso não pontue diante do Tricolor Paulista.