O Corinthians se tornou um dos grandes protagonistas no futebol brasileiro e a torcida já começa a cobrar por um melhor planejamento após duas temporadas sem grandes títulos. Não é à toa que a diretoria corintiana decidiu mudar a filosofia de jogo ao demitir Fábio Carille e trazer Tiago Nunes como o grande salvador da pátria. Na prática, os resultados ainda não apareceram e o treinador está ameaçado no cargo.
Contratações também são pedidas pela Fiel, mas com a crise econômica instalada no clube, a diretoria vem tendo dificuldade para fechar com reforços. Ao Globoesporte.com, o gerente de futebol do Timão, Vilson, explicou a movimentação do Timão no mercado; os atacantes Willian e Jô foram especulados recentemente e a dupla movimentou os bastidores do Parque São Jorge.

“Olhar o mercado nós sempre estamos olhando, vendo possibilidades. Há um interesse, porém, o passo não pode ser dado. Temos de esperar o que vai acontecer e ver o lado financeiro do clube, com isso tudo acaba dando uma piorada, pois patrocinadores suspendem pagamentos, não têm outras rendas… É um momento de pensar, analisar o lado financeiro. Atitudes foram tomadas em relação a salários de atletas e funcionários. Vimos clubes mandando funcionários embora, e isso o nosso presidente não quer. É uma hora de pensar friamente, ter calma, ter cautela”.
O dirigente também falou sobre o retorno dos campeonatos no Brasil.
“Os protocolos vão mudando com o passar do tempo. Antigamente, era o uso do álcool em gel, agora a obrigação do uso da máscara. Vamos adaptando isso, providenciando testes (para Covid-19). Teremos de trabalhar com um número reduzido de funcionários, no dia a dia vão ficar somente os que são mais necessários. Algumas atividades no CT não vão acontecer”.
Ainda durante entrevista, Vilson revelou como está sendo seu trabalho em casa.
“Tem várias “lives” do meio que são bacanas, debates, tenho acompanhado muito “lives” de gestão do futebol, de profissionais de outros clubes. Vejo vídeos sobre gestão do futebol, recentemente vi até uma palestra do Edu Gaspar, dos tempos em que ele era da CBF. Aproveito também para assistir jogos do passado, é muito bacana ver com outro olhar essas partidas”.





