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Abel Ferreira indica diferenciais de Deyverson e revela: "Tive conversa com os capitães sobre o caráter"

Em seu segundo jogo desde que retornou ao Verdão, o camisa 16 deixou sua marca no meio de semana e ganhou elogios do comandante português

Foto: Cesar Greco/Palmeiras/Divulgação
Foto: Cesar Greco/Palmeiras/Divulgação

O Palmeiras foi até o estádio Alfredo Jaconi, na fria noite de quarta-feira (17) em Caxias do Sul (RS), e bateu o Juventude pelo placar de 3×0, se reencontrado com a vitória no Campeonato Brasileiro após o empate no clássico com o Corinthians. Para o duelo longe de casa, o técnico Abel Ferreira teve uma série de desfalques e rodou o elenco, que deu conta do recado.

A partida foi definida na etapa complementar, com tentos de William Matheus (contra), Deyverson e Breno Lopes. Autor do segundo gol, o camisa 16 marcou pela primeira vez em seu retorno ao Palmeiras. Próximo aos 18 minutos, ele aproveitou cruzamento preciso de Gustavo Scarpa para vencer o goleiro gaúcho Marcelo Carné.

Após o duelo, o técnico Abel Ferreira teceu uma série de elogios ao atacante. “O Deyverson tem uma coisa que para mim é obrigatório em um jogador: é dar tudo em campo. Correr, lutar, sofrer, e tem um jogo aéreo fortíssimo, que nenhum dos nossos centroavantes têm, que nos traz opções“, disse o português, que colheu informações com referências do elenco.

Deyverson: deixou sua marca contra o Juventude (Foto: Cesar Greco/Palmeiras/Divulgação)
Deyverson: deixou sua marca contra o Juventude (Foto: Cesar Greco/Palmeiras/Divulgação)

Tive uma conversa com os capitães sobre o caráter desse jogador, que era um jogador do Palmeiras, e quando me falaram dele, é este centroavante que aos 43, 44 do segundo tempo, vem fazer uma falta no contra-ataque do adversário perto da nossa área. É isso que que quero. Quero que meu goleiro seja o meu primeiro centroavante e que meu centroavante seja meu primeiro zagueiro. Quando os jogadores percebem isso, é fácil jogar na minha equipe“, adicionou.

O treinador ainda aproveitou para exaltar o elenco que tem em mãos na Academia de Futebol. “Não quero saber o que falam do meu time, quero saber como eu e os jogadores trabalham no CT, como eles acreditam neles. Meus jogadores são os melhores do mundo, pois são os meus (…)Portanto, os meus jogadores, para fora, eu os defendo até a morte. Lá dentro faço o que tiver de fazer para torná-los melhores. Para fora, eu acarinho os meus jogadores até a morte“, completou.