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Zubeldía enfrenta altitude inédita e comanda Fluminense em busca de reação na Libertadores

Técnico do Fluminense detalha estratégias para minimizar efeitos da altitude em La Paz antes de duelo pela Libertadores

Zubeldía é o técnico do Fluminense. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
© Thiago Ribeiro/AGIFZubeldía é o técnico do Fluminense. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Bolívar e Fluminense se enfrentam nesta quinta-feira (30), às 19h (de Brasília), no Estádio Hernando Siles, em La Paz, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores. O duelo coloca frente a frente duas equipes pressionadas na competição continental.

O Fluminense ainda busca a primeira vitória nesta edição da Libertadores. Além da necessidade de pontuar fora de casa, o time carioca terá o desafio de atuar nos cerca de 3.600 metros de altitude da capital boliviana.

O técnico Luis Zubeldía teve passagem pela LDU, do Equador, entre 2022 e 2023. Mesmo assim, o treinador admitiu que atuar em La Paz representa um cenário diferente até para quem já teve experiências semelhantes na carreira.

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Zubeldía detalha cuidados para minimizar efeitos da altitude

Em entrevista coletiva, Zubeldía destacou algumas estratégias que podem ajudar o Fluminense durante a partida. O treinador ressaltou a importância de controlar mais a posse de bola e evitar desgaste excessivo ao longo dos 90 minutos.

É um contexto diferente. Vamos tratar de nos adaptar da melhor forma possível. Há situações importantes na altitude. Não tive oportunidade de dirigir equipes a 3.600 metros, mas já trabalhei em lugares como na LDU, a 2.800”, afirmou o comandante tricolor.

Fluminense durante preparação para o duelo contra o Bolívar. Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense FC

Fluminense durante preparação para o duelo contra o Bolívar. Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense FC

O técnico ainda explicou que chutes de média distância e economia física podem ser importantes durante o confronto. Segundo Zubeldía, o principal segredo para atuar em locais tão altos é aprender a conviver com os efeitos causados pela altitude.

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Zubeldía também comentou sobre a chamada “memória fisiológica”, citando jogadores acostumados a atuar na altitude. Para o treinador, atletas com esse histórico conseguem lidar melhor com a falta de ar e o desgaste físico, mesmo após temporadas longe desses ambientes.

A partida ganha peso para o Fluminense na tabela do Grupo C. O time soma apenas um ponto após empate sem gols com o Deportivo La Guaira e derrota para o Independiente Rivadavia, por 2 a 1, no Maracanã. Bolívar e Fluminense aparecem empatados com um ponto.