O Flamengo chega pressionado para a decisão da Recopa Sul-Americana, e parte da cobrança recai sobre as escolhas de Filipe Luís neste início de temporada. Segundo apuração do Bolavip Brasil, o treinador precisará rever conceitos que ainda não deram resultado, principalmente no setor ofensivo.

A insistência em algumas peças e funções tem gerado questionamentos. Samuel Lino ainda não conseguiu se firmar como protagonista ofensivo, enquanto Bruno Henrique improvisado como centroavante não tem entregado o desempenho esperado. Gonzalo Plata também segue recebendo oportunidades, mas sem grande impacto.
O entendimento interno é que o momento exige ajustes. Diferentemente da temporada passada, quando o modelo se consolidou e rendeu títulos importantes, 2026 pede adaptações e leitura rápida do cenário.
Peças pedem mudanças no time titular de Filipe Luís
Pedro voltou a ficar à disposição e pode ser alternativa importante. O camisa 9 ainda não conseguiu retomar protagonismo, mas sua presença como referência pode oferecer mais poder de fogo à equipe.
Na defesa, Léo Ortiz não vive bom início de ano e pode perder espaço. Danilo tem apresentado rendimento mais consistente, enquanto Emerson Royal começou bem a temporada. Já Varela ainda busca afirmação, e Alex Sandro, homem de confiança do treinador, enfrenta críticas pela deficiência no lado esquerdo.
Meio-campo e intensidade em debate no CRF
No meio, apesar da confiança em Pulgar, há espaço para ajustes. Paquetá surge como peça versátil capaz de atuar em diferentes funções e pode ser chave para dar mais intensidade e criatividade ao time.
A avaliação é clara: Filipe Luís terá que “tirar o coelho da cartola” na decisão. A final contra o Lanús exige intensidade, leitura estratégica e coragem para mexer no que não está funcionando. Caso contrário, as insistências podem custar caro ao Flamengo na busca pelo primeiro título do ano.