Depois de um período turbulento, o Flamengo conseguiu retomar boas apresentações e a situação se apaziguou na Gávea. Momento ideal para que uma voz oficial Rubro-Negra viesse à publico que comentasse nuances do trabalho que está sendo realizado na Gávea. Foi o que fez o vice-presidente de futebol do Mengão, Marco Braz, nesta terça-feira (19), ao abordar a metodologia Paulo Sousa, durante entrevista ao programa Redação SporTV

“Sobre metodologia, ele tinha um conhecimento dentro do possível do elenco, a gente tinha acompanhado o trabalho dele, até dentro do Bordeaux, agora, seja o Paulo ou qualquer outro técnico quando chega dentro de um ambiente de trabalho querendo implantar algo, precisa se ajustar algumas coisas. Essa interferência não existe e nem pode ter, essa decisão com jogadores é estritamente do Paulo, essa função é dele, eu vejo com muita naturalidade e normalidade isso, tudo na conta da metodologia dele”, detalhou Braz.
As indagações sobre reforços para a ‘Era Paulo Sousa’ também surgiram e o vice-presidente abriu o jogo sobre a situação: “Não é o Paulo, qualquer técnico sempre pede reforço e jogadores mais qualificados. Eu não vou falar em posição que ele pediu, isso bate de frente com jogadores do elenco, claro que ele pediu e expôs que algumas posições ele tem mais dificuldades, não foi na cronologia que ele gostaria, mas foi feito. O bom seria que todos os jogadores estivessem aqui quando ele começou o trabalho, não deu, infelizmente, a gente também tem o entendimento de que ele precisa ter o elenco inteiro pra saber melhor o que ele precisa no elenco”.
Marcos Braz também foi provocado a comentar sobre como avalia o treinador do Mais Querido, De maneira clara, afirmou que ainda é cedo para qualquer avaliação. O dirigente inclusive citou que teria que voltar ao programa após o final da temporada para, aí sim, avaliar o trabalho feito pelo técnico. Para finalizar, Braz foi enfático ao depositar confiança total em Paulo Sousa, e que sua contratação foi estudada: “Eu gostaria de deixar claro aqui que a primeira vez que pensamos e vimos a hipótese do Paulo Sousa foi ainda na pandemia, logo depois que o Jesus saiu, o Paulo ainda estava no Bordeaux, ainda teve uma imprevisibilidade financeira, naquela época foi a primeira vez que a gente ouviu e falou sobre Paulo Sousa.”