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Seleção Brasileira

Seleção viveu seu ano mais instável e encontrou em Ancelotti a esperança para 2026

Em meio a cobranças intensas e pouco tempo para trabalhar, o técnico italiano assumiu a missão de reconstruir o time

Seleção viveu seu ano mais instável e encontrou em Ancelotti a esperança para 2026 - Foto Alexandre LoureiroAGIF
Seleção viveu seu ano mais instável e encontrou em Ancelotti a esperança para 2026 - Foto Alexandre LoureiroAGIF

A Seleção Brasileira atravessou em 2025 um dos períodos mais turbulentos de sua história recente. O ano começou sob o comando de Dorival Júnior, mas a passagem foi curta e marcada por forte pressão.

O empate com a Colômbia e, principalmente, a derrota por 4 a 1 para a Argentina, a pior do Brasil nas Eliminatórias, selaram a demissão do treinador e escancararam a falta de evolução coletiva da equipe.

Mudanças com Ancelotti

A mudança abriu espaço para uma nova fase a partir de maio, com a chegada de Carlo Ancelotti. Em meio a cobranças intensas e pouco tempo para trabalhar, o técnico italiano assumiu a missão de reconstruir o time.

O Brasil disputou oito partidas sob seu comando, com campanha irregular, mas sinais claros de reorganização, encerrando o período com mais gols marcados do que sofridos e desempenho mais competitivo.

RJ – RIO DE JANEIRO – 04/09/2025 – ELIMINATORIAS COPA DO MUNDO 2026, BRASIL X CHILE – Carlo Ancelotti tecnico do Brasil durante partida contra o Chile no estadio Maracana pelo campeonato Eliminatorias Copa Do Mundo 2026. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

RJ – RIO DE JANEIRO – 04/09/2025 – ELIMINATORIAS COPA DO MUNDO 2026, BRASIL X CHILE – Carlo Ancelotti tecnico do Brasil durante partida contra o Chile no estadio Maracana pelo campeonato Eliminatorias Copa Do Mundo 2026. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Mais do que os resultados, o ano ficou marcado por testes em larga escala. Ancelotti promoveu uma verdadeira varredura no elenco, utilizou dezenas de jogadores e não repetiu escalações, evidenciando um processo de observação profunda.

O time mostrou evolução em jogos como as vitórias sobre Coreia do Sul e Senegal, mas também revelou fragilidades defensivas e dificuldades quando precisou assumir o controle das partidas.

Taticamente, o treinador buscou soluções em um modelo mais agressivo, explorando a movimentação ofensiva e a verticalidade, ainda que algumas posições sigam indefinidas. Bruno Guimarães se firmou como peça constante, enquanto outros nomes ganharam espaço ao longo do ano, em um cenário de reconstrução gradual.

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