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Seleção Brasileira

“ Escolhas erradas”; Falcão faz avaliação negativa da Seleção na Copa, mas isenta Neymar de culpa

O ex-jogador de futsal afirmou que novo treinador deve ser estrangeiro

Foto: Alex Grimm/Getty Images | Neymar
Foto: Alex Grimm/Getty Images | Neymar

A Copa do Mundo FIFA no Qatar acabou de forma precoce para a Seleção Brasileira que viu a mesma Croácia que a eliminou ser facilmente derrotada pela Argentina na fase seguinte. Com mais um revés, a equipe canarinho precisa fazer uma análise sobre as mudanças que precisam ser feitas para que o Brasil quebre esse jejum de títulos no Mundial que agora já dura mais de duas décadas.

Com a saída de Tite do comando técnico, muitos acreditam que parte dessa reformulação que a Seleção precisa viver passa pela escolha de um treinador estrangeiro para o comando da equipe e esta é justamente a opinião do ídolo e ex-jogador de futsal, Falcão. “Eu sou um defensor do treinador estrangeiro, os principais jogos mostraram isso, e o Brasil, taticamente, ainda falta muita coisa. Você vê uma final com uma mudança tática e técnica muito grande, coisa que a gente não vê no Brasil. Jogadores nós temos, que são protagonistas das principais equipes do mundo e como seleção falta alguma coisa. Então eu espero que nessa renovação tenha um treinador estrangeiro e que possa trabalhar esses três anos e meio até a próxima Copa.”, disse em entrevista ao iG Esporte.

Falcão ainda que apesar de um certo Favoritismo do Brasil, taticamente a equipe já dava sinais de que não ganharia a Copa. “Não via o Brasil taticamente ganhando a Copa, era um dos favoritos, mas um Mundial é tudo que acontece naquele momento. O Brasil fez alguns jogos nota seis, e para ganhar uma Copa necessita de algo a mais”, avaliou.

Após a eliminação do Brasil na Copa, Neymar lançou dúvida sobre seu futuro na Seleção, mas Falcão acredita que Neymar tem plena condição de disputar a Copa 2026.“Ele vai estar com 34 anos, no auge da forma física e acho que ele joga tranquilamente. Ele sempre teve um histórico infeliz nos momentos cruciais e isso não é culpa dele. Teve lesão e voltou para fazer um bom jogo contra Croácia, era uma partida para ganhar a moral e ele recuperar para o próximo jogo. Eu vejo a Copa dele muito centrado, com uma visão coletiva. Acredito que ele ia crescer de produção nos próximos jogos, mas por uma infelicidade de escolhas erradas no segundo tempo da prorrogação a gente acabou perdendo.”, afirmou.

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