Carlo Ancelotti foi oficializado pela CBF em maio de 2025, faltando pouco mais de um ano para a Copa do Mundo de 2026. O ciclo foi muito bagunçado, com quatro treinadores. Logo, eu considero ser injusto colocar a eliminação do Brasil no Mundial na conta do italiano.
Para o próximo ciclo, a situação é diferente. Ancelotti assumirá o trabalho desde o início pensando exatamente na próxima Copa do Mundo, a de 2030. Desta forma, tudo depende dele.
A cobrança precisa vir, sim. O italiano tende a iniciar uma reformulação, com o fim da presença de jogadores que estão no Brasil desde 2018, como Marquinhos, Casemiro e até Neymar. Os acertos e erros vão passar por decisões dele.

Foto: Imagem gerada por inteligência artificial – ChatGPT
Seleção Brasileira precisa ter o mesmo treinador nos próximos quatro anos
O fato é que é essencial que Ancelotti seja o treinador do Brasil até a próxima Copa do Mundo. Afinal, o atual ciclo mostrou o quão problemático foi ter vários treinadores.
Antes de Ancelotti, dirigiram a Seleção Brasileira Ramón Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior. Curiosamente, treinadores com perfis e ideias diferentes. Claramente isso muda o rendimento do time.
Tenho a convicção de que Ancelotti segue sendo um dos principais treinadores do mundo, mesmo que ele tenha ficado com a moral abalada após a Copa do Mundo. O italiano é a melhor escolha para o novo ciclo.
Ancelotti deve mesclar jovens com experientes
O treinador precisa, sim, chamar novos talentos, mas não excluir completamente jogadores mais experientes, até para segurarem a onda dos jovens. Atletas como Gabriel Magalhães e Bruno Guimarães precisam estar neste planejamento.





