O São Paulo vem agitando bastante o mercado até aqui. Seja por saídas quanto por chegadas. O presidente Julio Casares e Rogério Ceni estão trabalhando dia após dia para qualificar o elenco para a temporada 2023. O Tricolor abriu mão do lateral-esquerdo Reinaldo, os zagueiros Léo Pelé e Miranda, os atacantes Eder, Marcos Guilherme e Nahuel Bustos e ainda deve perder Igor Gomes, que tem contrato em vigência com o Soberano até 31 de dezembro e depois disso deve trocar o Morumbi pela Cidade do Galo para atuar no Atlético Mineiro.
Por outro lado chegaram o goleiro Rafael, os atacantes Pedrinho e Marcos Paulo, o meio-campista Wellington Rato e nos próximos dias Casares espera concluir as negociações do zagueiro Alan Franco, do Atlanta United, David, do Internacional e do equatoriano Jhegson Méndez. Caso consiga resolver essas três pendências, o Tricolor terminará sua participação no mercado nesta janela e voltará a contratar apenas no meio do ano se houver uma oportunidade de mercado como por exemplo, Lucas Moura, um dos sonhos da diretoria e que tem contrato com o Tottenham até o meio do ano de 2023.
Muitos questionam o São Paulo por não ir atrás de um lateral-esquerdo para suprir as ausências de Reinaldo e Léo Pelé. Mas o argumento de Rogério Ceni é que chegou a hora do SPFC investir de vez em Welington, que recentemente recusou ofertas do exterior para permanecer no Tricolor. Até por isso, os dirigentes e a comissão técnica blindaram o jogador em relação ao mercado.

Welington fez 51 jogos na temporada passada, mas apenas 28 deles como titular. Neste período, o camisa 34 anotou um gol e deu seis assistências. Como passa por uma situação financeira um pouco mais tranquila, Casares definiu que só irá escutar propostas pelo atleta no meio do ano, quando os times da Europa investem mais.
1ª temporada alternando titular e reserva e mesmo assim foi o lateral com mais assistências do Brasileirão. Potencial enorme.
— lioneo. (@neospfc) December 30, 2022





