
O presidente do Internacional, Alessandro Barcellos foi o convidado do Bola da Vez, da ESPN. Entre os diversos temas abordados, o mandatário falou sobre a saída do treinador Miguel Ángel Ramirez, que chegou no começo da atual temporada, após fazer sucesso no Independiente del Valle.
Pelo Colorado, Ramirez perdeu o Gaúcho, não obteve boas atuações naLibertadores e no Brasileirão, sua demissão se deu após a eliminação na Copa do Brasil, em junho contra o Vitória: “Entendemos, naquela hora, que mais valia interromper essa possibilidade do que insistirmos e o prejuízo para o clube ser maior. Fomos eliminados muito cedo da Copa do Brasil, não conseguimos ganhar o Campeonato Gaúcho, que eram importantes e estavam colocados.” — afirmou Barcellos.
O presidente ainda afirmou que as ideias do Inter e do treineiro não estavam batendo, pois, ele não se acostumou com o ‘imediatismo’ que exige o futebol brasileiro: “O profissional que vem para o Internacional não pode achar que dará um ano de aula de academia, para os alunos aprenderem. Depois, no segundo ano e no terceiro se formam. Aqui os objetivos foram sempre claros.”

Barcellos ainda citou Eduardo Coudet, afirmando que ele entregou tudo que foi exigido no início da temporada, diferente de Ramirez: “Ele não teve tempo de preparar, colocou dois volantes, um na frente do outro. Primeiro tinha que passar pela pré-Libertadores, depois jogaremos o que nós queremos.”
O “trauma” Miguel Angel Ramírez foi tanto que a torcida do Inter associa qualquer modelo propositivo ao jogo de posição. Como se o elenco que se comportou bem no modelo do Coudet tivesse que jogar em linha baixa sempre.
— Vinícius (@viniciusof) November 1, 2021





