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Milton Bivar define futuro de Jean Patrick no Sport, critica meio-campista e leva invertida de empresário

O presidente do Leão deixou claro que o clube não conta mais com o jogador; declaração irritou o agente do meia

Foto: Anderson Stevens/Sport Club do Recife/Divulgação
Foto: Anderson Stevens/Sport Club do Recife/Divulgação

O Sport reiniciou suas atividades em meio à pandemia do novo Coronavírus, visando a retomada das competições. De olho na montagem do elenco para a sequência de 2020, o presidente Milton Bivar confirmou as permanências de Hernane “Brocador” e Jonathan Gómez para o Campeonato Brasileiro. O elenco, no entanto, teve uma baixa.

Contratado como reforço para este ano, Jean Patrick não faz mais parte dos planos do Leão depois de ingressar com uma ação na Justiça contra o clube.”O jogador não estava correspondendo ao esperado“, afirmou Bivar ao site Globoesporte.com. A declaração foi o suficiente para instaurar mais uma polêmica nos bastidores. Com a camisa do Sport, o jogador somava um gol em seis jogos.

Foto: Anderson Stevens/Sport Clube do Recife/Divulgação

O empresário de Jean Patrick, Felipe Rino, não gostou nada da versão do presidente e rebateu à altura. De acordo com o agente, o fato apresentado pelo mandatárionão corresponde com a verdade. Ele explicou que a decisão de ingressar com uma ação contra o Sport veio após meses de vencimentos atrasados.

A fala do presidente é totalmente irresponsável, em total dissonância com a verdade. Quem não correspondeu à altura foi o Sport. É um clube gigante, campeão brasileiro. Não se espera de um clube do tamanho do Sport, que os atletas fiquem sem receber há quatro meses. O Jean ficou quatro meses sem receber salários e direitos de imagem, e cinco meses sem FGTS. Então foi Jean que decidiu entrar na Justiça para rescindir o contrato por falta de pagamento, pelo Sport não ter honrado com o contrato que foi assinado ainda em janeiro”, afirmou Rino, ao GE.

A ação se baseia no artigo 483 da CLT, que prevê rescisão indireta após três meses de pagamentos atrasados. O pedido, inicialmente, não foi acatado pela juíza Walkíria Miriam Pinto de Carvalho, que requeriu a apresentação de provas. O caso tramita na 17ª Vara do Trabalho do Recife e, de acordo com o empresário, são requisitados os salários a partir de fevereiro até a data que a recisão for oficializada.

“Com essa situação da pandemia, as audiências estão todas suspensas e sendo realizadas por vídeo conferência. Ainda estamos aguardando as determinações da rescisão. Hoje, ele ainda tem vínculo de contrato. Na própria ação pedimos a cláusula compensatória, que é o valor que receberia, e os salários até maio e os vincendos“, completou Felipe Rino.

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