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Léo Moura relembra 'choque' do elenco do Flamengo com descoberta de prisão de goleiro Bruno: "Não acreditava"

Na época, lateral era o capitão do Rubro-Negro e ainda precisou prestar depoimento sobre o caso

Léo Moura deu detalhes sobre como o elenco reagiu quando descobriu a prisão do goleiro Bruno
© Reprodução/Youtube oficial do canal PodpahLéo Moura deu detalhes sobre como o elenco reagiu quando descobriu a prisão do goleiro Bruno

Ídolo do Flamengo, Léo Moura revelou como o elenco Rubro-Negrorecebeu a notícia da prisão do goleiro Bruno, em 2010. Na época, olateral-direito era o capitão do time e ainda chegoua ser convocado para prestar depoimento sobre o comportamento do então companheiro de equipe no dia a dia.

“A gente ia viajar para Itu, para fazer a pré-temporada. Aí dentro do ônibus uma pessoa da diretoria do clube chegou e falou que estava tudo certo para a viagem, mas que o Bruno não ia viajar porque ele precisaria ficar para resolver uns problemas. Na hora do jantar começou a pipocar a notícia na televisão”, contouLéo Moura, em entrevistaao podcast PodPah na última quarta-feira (25).

Léo Moura pelo Flamengo, em 2013. Lateral atuou por dez anos no clube. Créditos: Ricardo Ramos/Getty Images

A princípio, o ex-goleiro recebeu ordem de prisão pela participação na morte de Eliza Samudio, a sua ex-namorada e mãe de seu filho Bruninho. Depois, viria a ser comprovadoque Bruno planejou e participoudo sequestro e assassinato de Eliza. Ele foi condenado por 22 anos e três meses de prisão pelo Tribunal do Júri de Contagem/MG.Para Léo Moura, houve um baque no elenco ao descobrir o que se passava com o companheiro.

“Foi muito ruim [para o grupo]. Foi um choque para a gente. O cara estava ali no dia a dia com a gente. Ele tinha um potencial absurdo, era cotado para ir para o Milan e para a seleção brasileira. A gente olhava um para o outro e não acreditava. Até o pessoal digerir… Ele era um companheiro nosso”, relembra.

Além disso, Léo Moura reencontrou Bruno quando, a pedido da defesa, fez um depoimento para relatar sobre a conduta do goleiro nos treinos.”Chegou uma intimação para gente depor, eu, que era o capitão, a Patrícia Amorim, que era presidente, o Zico, diretor na época, e o Paulo Victor, dono da casa. Os advogados dele solicitaram isso para a gente relatar o dia a dia dele nos treinos na Gávea. Quando eu o sentado de cabeça baixa, parecia que tinha dez caminhões de cimento nas minhas costas” completouo ex-lateral.

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