O grupo de animação é um sucesso e é caracterizado por um grupo de dançarinos que saem em trenzinho da alegria na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo. Acontece que o grupo artístico está no ápice de uma batalha judicial em razão de um dos personagens utilizados pela equipe.
Os integrantes da carreta utilizam fantasia de personagens infantis para dançarem nas ruas e um dos mais conhecidos é o do Fofão, personagem criado pelo humorista Orival Pessini. Porém, os herdeiros do comediante cobram R$ 500 mil por “usurpação de criação artística” por parte do grupo de animação.

“O saudoso artista Orival Pessini tinha tanto receio de que seus personagens fossem apropriados indevida e maliciosamente por terceiros, como faz a ré, que um de seus pedidos antes de morrer foi o de que, após sua morte, tanto as máscaras quanto os respectivos moldes de seus personagens fossem destruídos“, disse a Agência Artística ao colunista Rogério Gentile, do UOL.
⚖️ Carreta Furacão segue proibido de usar imagem de Fonfon.
Decisão da Justiça manteve liminar que proíbe o grupo de explorar a imagem do personagem, acusado de plágio pelo filho do criador de Fofão.
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— Metrópoles (@Metropoles) November 8, 2022
Depois do processo, os representantes da Carreta Furacão criaram outro personagem Fonfon e alegam que se trata de outra caracterização. “Diferentemente do personagem Fofão, Fonfon possui cabelos longos, pelos das mãos e dos pés avermelhados, pele bem branca e usa roupas extremamente coloridas”, seguem. “É uma caricata divertida que leva alegria para a população de pequenas cidades. Não há que se falar em plágio!“, retrucou o grupo.
Rogério Gentile: Plágio ou paródia? Justiça veta Fonfon em ação aberta por herdeiro do Fofão https://t.co/Bo5ipeMJdt
— UOL Notícias (@UOLNoticias) November 8, 2022
Em resposta, os herdeiros de Orival não acreditam na atitude. Estamos sim diante de uma cópia desautorizada e mal-ajambrada de um personagem querido, que evoca a memória afetiva de muitos brasileiros”, finalizaram.





