Nesta segunda-feira (16), o técnico Carlo Ancelotti vai convocar a Seleção Brasileira para a última Data FIFA antes da Copa do Mundo. A expectativa é alta, já que a pré-lista do italiano agitou os bastidores nos últimos dias. Entretanto, para Carletto, o trabalho que realiza na Seleção é muito mais ameno do que quando estava no Real Madrid. É o que o próprio treinador declarou em entrevista à Rádio Marca, da Espanha.

Ancelotti abriu o jogo sobre seu trabalho na Seleção – (Photo by Buda Mendes/Getty Images)
© Getty ImagesAncelotti abriu o jogo sobre seu trabalho na Seleção – (Photo by Buda Mendes/Getty Images)

De quebra, o comandante da equipe do Brasil ainda desabafou entregando qual atleta do Real Madrid gostaria de ver com a cidadania brasileira, defendendo a Canarinho: Trata-se de Federico Valverde. falando sobre a incrível vitória dos blancos sobre o City, na Champions League, Ancelotti exaltou bastante a incrível partida do meia e soltou o desejo. Vale ressaltar que a entrevista foi publicada pelo portal ESPN.

“(A atuação de Valverde contra o Manchester City). Não me surpreendeu. Por algum motivo ainda tenho minha carteirinha de treinador (risos)… Mas os três gols que ele fez foram incríveis. Inclusive mandei uma mensagem para ele depois do jogo: ‘Que pena que você não tem passaporte brasileiro'”, declarou Ancelotti.

Ancelotti abordou a diminuição de seu estresse e a mudança de seu trabalho: “Agora (na seleção brasileira) vivo bem menos estresse que antes (no Real Madrid), seguramente… É menos estresse porque não há muitas partidas, então meu trabalho agora é mais de observação”.

Leque de opções é o desafio de Ancelotti na CBF

“Eu não tenho que preparar sessões de treinamento todos os dias. (Na seleção) É um trabalho muito diferente (em relação ao Real Madrid). Agora há muito mais pausas. Mas é um trabalho interessante, e você tem que ir ver os jogadores (in loco)”, completou.

Federico Valverde, o craque uruguaio do Madrid que Ancelotti lamenta não ser brasileiro – (Photo by Angel Martinez/Getty Images)

No entanto, o técnico italiano não deixou de abordar a dificuldade que encontrou em seu novo trabalho de formar o grupo para a Copa do Mundo: “A seleção brasileira tem pelo menos uns 70 nomes que podem estar na equipe nacional. Fazer uma evolução de todos eles não é nada simples”.

Carletto segue ligado no Real Madrid

“Eu vivo cada dia tranquilamente, por cada momento tem sua etapa. Tenho memórias fantásticas do meu longo período no Madrid, e possuo um carinho extraordinário pelo clube e pelas pessoas que trabalham lá. Agora, estou em outro projeto e vivendo com a mesma intensidade. Quando o Madrid joga, sempre estou acompanhando, não só para ver os brasileiros, mas também para ver o Madrid e tentar ajudar a equipe a vencer”, finalizou Carletto.