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Abel Ferreira fala sobre o gol sofrido diante do Santos na Vila Belmiro: "Isso conta muito"

Abel Ferreira destacou a qualidade do Peixe, mas apontou que o gol marcado por Guilherme foi Felicidade ou sorte

Treinador analisou o desempenho do Santos de Caixinha em campo - Foto: Heuler Andrey/Getty Images
© Getty ImagesTreinador analisou o desempenho do Santos de Caixinha em campo - Foto: Heuler Andrey/Getty Images

Em busca pela evolução

O Santos deixou escapar a vitória no clássico contra o Palmeiras, disputado na última quarta-feira (22), na Vila Belmiro, pelo Campeonato Gaúcho. Isso porque, os donos da casa abriram o placar por um gol de Guilherme, mas viram o adversário virar com Thalys e Richard Ríos, vencendo por 2 a 1.

Durante a análise sobre a partida, o técnico Pedro Caixinha não veio com desculpas para justificar o desempenho abaixo. O treinador apontou que o Peixe não conseguiu manter a mesma intensidade na partida e, por conta disso, acabou sendo superado.

Com isso, o comandante conseguiu analisar a necessidade de reforçar algumas posições no elenco. Desta forma, apontou a diretoria a prioridade do elenco para que os resultados positivos voltem a aparecer.

Sorte ou felicidade, Abel?

Durante coletiva de imprensa após a partida, o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira analisou o desempenho das equipes. Mas, o que acabou surpreendendo foi a justificativa do treinador para o gol marcado por Guilherme.

Guilherme foi o autor do gol do Santos na derrota no clássico – Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Guilherme foi o autor do gol do Santos na derrota no clássico – Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Abel destaca que existem coisas que só acontecem no futebol, como foi o ocorrido. Apontando que a forma como o gol foi marcado tem um pouco de sorte ou felicidade, onde as vezes acontece contra e outras a favor.

Análise da partida

“A sorte ou a felicidade acontecem, como foi o primeiro gol do Santos. Isso conta muito. Claro que dá muito trabalho, mas futebol é um jogo. Não há outra explicação senão sorte ou felicidade, acontece. Umas vezes é a favor, outras contra”.

Abel ainda revelou as mudanças que foram necessárias para que o clube conseguisse virar a partida. “Os jogadores mantiveram as mesmas funções, a única diferença é que começamos um jogo dinâmico, agressivo, controlamos, mas não conseguimos ser agressivos no último terço, chutar mais, cruzar, fazer coisas. Foi isso que melhoramos na segunda parte, a agressividade no último terço”.