O destino de Miguel Borja volta a ser motivo de especulações e dúvidas nas Alamedas. O atacante foi preterido por Abel, após retornar ao Verdão em julho de 2021. Com o elenco fechado, o comandante da Academia decidiu abrir mão demanter o colombiano no grupo e Borja seguiu para o Grêmio.

Foto: Bruno Ulivieri/AGIF
Foto: Bruno Ulivieri/AGIF

Entretanto, após terminar o Brasileirão, Atlético Nacional e América de Cali, da Colômbia, sondaram o Verdão, sobre a possibilidade de contratar o jogador, que não faz parte dos planos palestrinos para 2022. Porém, segundo o jornalista colombiano Jorge Bermúdez, as condições para que Borja seja contratado, com alto valor envolvido nas tratativas, acabaram demovendo tais equipes a prosseguir com as conversas.

Para comprar Borja, o interessado terá que desembolsar cerca de 4 milhões de dólares (R$ 22 milhões, aproximadamente), preço que afastou tanto o Atlético Nacional, quanto o América de Cali. O salário também está fora das possibilidades para tais equipes, já que centroavante recebe algo na casa dos R$ 570 mil por mês.

A dificuldade em negociar Borja, por conta dos valores que envolvem sua transferência, aumenta a tendência do jogador permanecer no Grêmio, caso nenhuma oferta seja feita, o Palmeiras tende a recusar a devolução do atacante e deixa-lo no elenco do Grêmio, onde tem vínculo de empréstimo até o final de 2022.