O Botafogo fez poucas movimentações neste mercado da bola. Até aqui, o Glorioso fechou apenas com três reforços: o zagueiro Segovia, o atacante Carlos Vinícius e o volante Marlon Freitas. Em contrapartida, o Fogão não atendeu os pedidos de Luís Castro, que é qualificar as laterais do time titular, além de um meia para fazer sombra para Carlos Eduardo e um atacante que atue pelas beiradas do campo.
Para piorar, no início desta semana, Jeffinho, que era titular da equipe de Luís Castro, foi vendido ao Lyon, da França, de forma definitiva por € 10 milhões de euros (cerca de R$ 55 milhões na cotação atual. A venda do jovem atleta dividiu opiniões dentro do Clube, mas John Textor foi muito cobrado pela torcida e também por dirigentes devido a falhas no planejamento do time no mercado da bola.
O empresário de defendeu nesta sexta-feira (3), dizendo que agora o time tem dinheiro para buscar reforços, mas, diferentemente das últimas janelas, alertou que agora não virá jogadores medalhões e que custam caro como Edinson Cavani (35), Luís Suárez (36), Eran Zahavi (35), Dries Mertens (35)e Ángel Di Maria.

A ideia do empresário é buscar qualificar o time, todavia trazendo jovens atletas que estejam acessíveis no mercado e que possam dar tanto ganho esportivo como financeiro e deixou claro que perfil de atletas que jogaram no Glorioso no passado como Keisuke Honda e Salomon Kalou, contratados em 2020, não fazem mais parte dos planos do novo Glorioso.
“Temos dinheiro agora para investir em jogadores. Precisamos apenas encontrar boas oportunidades para achar atletas que se convertam em ativos. É improvável investir em jogadores agora que a torcida clama, que custam muito caro. Eles jogariam dois ou três anos e depois eu não conseguiria vender por nada. Jovens, com alto potencial, são os que vamos buscar para comprar”, concluiu. Vale lembrar que o empresário tem até o próximo dia 4 de abril para trazer novas peças a Luís Castro. Caso contrário terá que esperar até julho




