O Atlético não economizou nos últimos anos para reforçar seu elenco. Contando com o importante aporte de investidores, o Galo se tornou protagonista no mercado da bola e montou um elenco milionário. Para 2021, o clube fechou com nomes de peso como Hulk, que estava no futebol chinês, e Nacho Fernández, destaque do River Plate. Após muitas chegadas, a expectativa é por saídas para reforçar os caixas.

Foto: Bruno Cantini / Agência Galo / Atlético / Divulgação
Foto: Bruno Cantini / Agência Galo / Atlético / Divulgação

De acordo com o balanço financeiro divulgado pelo Galo, a intenção é arrecadar até R$ 120 milhões com vendas de jogadores neste ano.”Para a gente cumprir esse orçamento é preciso vender sim. Mas é claro que tem que haver interesse dos outros clubes, em caso de propostas vamos analisá-las e não é só o caso de precisar vender que vamos queimar“, disse Sérgio Coelho.

Precisamos vender, mas também ter um time forte para as competições. Por isso eu disse que se sair algum jogador nós precisamos trazer outro, porque nosso objetivo é ganhar mais títulos e para isso não podemos desfalcar o time e resolver o problema financeiro e deixar de lado o futebol“, adicionou o presidente, em entrevista à Rádio Itatiaia.

Elenco campeão mineiro pode ter baixas em breve (Foto: Pedro Souza / Atlético / Divulgação)

Depois de especulações envolvendo o interesse do Santos no zagueiro Gabriel e no meia Nathan, o presidente fez uma ressalva, entendendo que não é o momento de o Atlético reforçar rivais brasileiros. O clube mineiro, ainda que não tenha propostas, prioriza negócios com o mercado internacional– a próxima janela de transferências para o exterior abre em 1º de agosto.

Para emprestarmos jogador para outro clube, é preciso ter cuidado. Não podemos reforçar nossos adversários. Se algum jogador receber proposta, temos que olhar o lado financeiro também. Não podemos pegar um elenco como o nosso, com jogadores importantes, bons, e emprestar para os nossos adversários. Se alguém tiver que sair, vamos olhar a parte comercial e financeira, que têm que ser muito boas“, completou Sérgio Coelho.