O Internacional já começou o planejamento visando a próxima temporada e analisa de perto as possibilidades consideradas interessantes no mercado da bola, especialmente para reforçar o elenco e conquistar objetivos em 2022. A equipe, que ainda está sem técnico definido, deixou a desejar na reta final do Campeonato Brasileiro e quer tirar lições sobre o ocorrido.
Dessa forma, contratações devem ser realizadas, principalmente após o novo comandante ser anunciado, algo que ainda vem sendo resolvido pelos dirigentes. O nome do atacante Marinho, do Santos, por exemplo, é um dos que são desejados para atuar no Beira-Rio. Diferentemente do Colorado, o Grêmio, maior rival, vive situação ainda mais caótica.
Dentro do Z-4 desde a 2ª rodada, não conseguiu se livrar da Série B e está fora da elite na próxima temporada, alegrando os corações colorados. Sobre o assunto,em entrevista ao portal “GaúchaZH”, ovice de futebol Colorado,Emílio Papaleo Zin, o dirigente alvi-rubro foi questionado se a qeuda do rival pode “facilitar” em algo para o Inter na próxima temporada.

“Não melhora em nada para nós, em campo, o rebaixamento do nosso tradicional adversário. Ao contrário. Cria-se uma atmosfera externa que aumenta a obrigação de vencê-los. Mas, em síntese, o que aconteceu com o Grêmio em nada altera nosso planejamento”, ressaltou, completando sobre uma avaliação envolvendo seu trabalho frente ao Colorado.
“Acabo de completar quatro meses à frente do departamento de futebol, onde estive há 11 anos. Neste período, destaco excelentes jogos — Fluminense, Chapecoense e Grêmio no Beira-Rio. Creio que contribuí para a serenidade num momento de certa turbulência. Resgatei, com discrição, algumas figuras políticas importantes do clube, convidando-as para visitar o CT e conversar sobre futebol. Estimulei um encontro geral com a imprensa, cujo trabalho foi muito afetado pelas restrições da pandemia. E utilizei esse tempo para mais observar e compreender do que protagonizar. O ano que vem será diferente“, cravou.





