A situação de Neymar na Copa do Mundo voltou a gerar dúvidas nos bastidores da Seleção Brasileira. Segundo informações dos jornalistas Diogo Dantas e Rafael Oliveira, a CBF deixou de trabalhar com uma previsão para o retorno do camisa 10 ainda durante a fase de grupos, adotando um discurso mais cauteloso sobre a recuperação do atacante.
Fora há cerca de um mês, Neymar também não participou das atividades em campo nesta segunda-feira (15) e dificilmente estará disponível para o confronto contra o Haiti. Embora os exames mais recentes apontem evolução na lesão, o progresso ainda não foi suficiente para liberá-lo para treinar.
Outro ponto que chama atenção é a mudança na comunicação adotada pela CBF. Nas últimas semanas, a entidade vinha divulgando atualizações frequentes sobre a recuperação de Neymar, mas decidiu reduzir as informações públicas até que haja uma evolução mais significativa no tratamento do jogador.
Neymar deveria ter sido cortado?
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Recuperação avança, mas sem garantias de retorno
Neste momento, o jogador segue sob os cuidados do departamento médico da Seleção. O trabalho tem sido concentrado em atividades físicas complementares e fortalecimento muscular, enquanto a comissão aguarda uma resposta mais consistente antes de autorizar a transição para os treinamentos no gramado.

Neymar pelo Brasil. Foto: Buda Mendes/Getty Images
Mesmo que Neymar apresente melhora nos próximos dias, existe a preocupação de evitar qualquer risco de piora na lesão. Internamente, a avaliação é de que o atacante só voltará a atuar quando estiver totalmente recuperado, para agravar novamente o problema físico.
A possibilidade de utilizá-lo apenas em uma eventual fase mata-mata já é considerada nos bastidores. Por isso, a partida contra a Escócia, última da fase de grupos, aparece como o cenário mais otimista para um retorno, embora ainda não exista qualquer confirmação nesse sentido.

Mudança de postura da CBF
Segundo Diogo Dantas e Rafael Oliveira, as críticas após o empate com o Marrocos fizeram a CBF fechar mais o ambiente da Seleção. Nos bastidores, a avaliação é que as constantes atualizações sobre Neymar e a grande exposição do elenco aumentaram a pressão sobre jogadores e comissão técnica, fazendo a entidade adotar uma postura mais reservada.






