Na última terça-feira (10), veio à tona que o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou o atacante Hulk por conta de uma suposta agressão do jogador em um atleta do Coritiba, na terceira rodada do Brasileirão. Nesta quarta-feira (11), o Atlético respondeu de forma oficial e expôs insatisfações com posicionamentos do órgão, em ocasiões que o Clube se sentiu injustiçado.
Na visão do Galo, a denúncia é “esdrúxula” e “foi claramente motivada por desejo de prejudicar” o Atlético. O julgamento acontece no dia 18 de maio e tem como base, o artigo 254-A, “praticar agressão física durante a partida”. A denúncia pode render uma suspensão de 4 a 12 jogos, em caso de condenação.
Na argumentação do Atlético para se posicionar quanto ao julgamento de Hulk, a perplexidade do Clube é exposta e afirma que a denúncia aconteceu por conta de uma postagem feita por Gabigol, questionando os critérios do órgão: “É inadmissível que uma postagem infeliz de um atleta rival, em uma rede social, possa motivar denúncia por parte de um procurador do STJD. A denúncia já seria absurda em qualquer qualificação, quanto mais a de agressão física. Em campo, inclusive com a presença de árbitro de vídeo, o lance foi analisado e o jogador punido com cartão amarelo”. A postagem de Gabigol, na época, respondeu um seguidor, que dizia que se fosse ele o autor da falta, seria “Cartão vermelho, 25 jogos de suspensão.. e direto para a delegacia por agressão”, ironizou o centroavante do Clube Carioca.
Nas farpas disparadas pelo Atlético, foi destacado até uma crítica sobre a maneira como o STJD agiu quando o ônibus do Alvinegro foi apedrejado em Curitiba, na Copa do Brasil de 2021. Para o Galo, o caso não apresentou o “mesmo interesse e agilidade” por parte do órgão, o que o investido na situação envolvendo Hulk. “O órgão, por razões inexplicáveis, simplesmente perdeu o prazo para fazer a denúncia”, declarou o Clube para finalizar enfatizando que: “não aceitará calado iniciativas esdrúxulas como essas e fará o que for possível para revertê-las, bem como impedir que motivações pessoais voltem a macular as competições nacionais”.





