Após empate frustrante contra o Deportivo La Guaira, na Venezuela, Cuca já sofria com críticas logo em seu início de trajetória no Atlético na Libertadores. Afinal, o Galo foi sorteado em uma chave sem nenhum gigante do continente, o que aumentava seu favoritismo. Cinco jogos depois, o Galo finaliza a fase de grupos como melhor da competição, com cinco vitórias na sequência. Passaporte carimbado às oitavas de final em que o caminho deve ser mais árduo.

Por ter feito a melhor campanha na fase inicial, o Atlético terá o privilégio, se passar de fases, de jogar a segunda partida no Mineirão até as semifinais. Vale lembrar que a decisão será em jogo único em Montevidéu, no Uruguai, em 20 de novembro. Seu adversário nas oitavas e o possível caminho até o bicampeonato serão definidos em sorteio no próximo dia 1 na sede da Conmebol, no Paraguai.
Pelo regulamento, o Atlético, 1⁰ do Grupo H, não pode enfrentar nenhum outro líder de sua chave nas oitavas.Com somente a possibilidade de enfrentar segundos colocados nas oitavas, o Galo pode encarar:
Defensa Y Justicia (ARG)
Olimpia (PAR)
Boca Juniors (ARG)
River Plate (ARG)
Universidad Católica (CHI)
São Paulo (BRA)
Vélez Sarsfield (ARG)
Cerro Porteno (PAR)
Portanto, o Atlético tem um pote 2 traiçoeiro, com 17títulos de Libertadores. São 6 do Boca, 4doRiver,3 de São Paulo eOlimpia e 1 do Vélez. O Defensa Y Justicia foi campeão da Copa Sul-Americana no ano passado e tem Seba Beccacece embalado no comando da equipe após a conquista da Recopa em cima do Palmeiras.