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Após ser reeleita no Conselho Deliberativo, Leila Pereira relata desejo de ser presidente do Palmeiras, mas decisão está nas mãos de Maurício Galiotte

Patrocinadora revelou o desejo de ser presidente do Palmeiras, mas avisou não irá pular etapas

Foto: César Greco/Palmeiras
Foto: César Greco/Palmeiras

Leila Pereira chegou ao Palmeiras em 2015 e deu ao clube o maior patrocínio do Brasil. Fanática pelo Verdão, não demorou muito para que a empresária entrasse no meio político do Verdão. 6 anos depois, a patrocinadora foi reeleita no Conselho Deliberativo do Alviverde e está apta a concorrer à presidência do Palestra em novembro, com grandes chances de ser eleita.

No entanto, a empresária revelou na manhã desta terça-feira (9), que por mais que queira ser presidente do Maior Campeão do Brasil, não quer pular etapas e afirmou que a decisão final passará pelo grupo da situação, liderado pelo mandatário Maurício Galiotte.

“Eu respondia que era impossível falar desse assunto porque eu não tinha condição estatutária de pleitear o cargo de presidente. Hoje, estatutariamente, eu poderia concorrer. Não posso falar que sou candidata porque pertenço a um grupo político, o da situação, e não cabe a mim sair dizendo que sou ou não candidata. Tenho que ser lançada, anunciada por esse grupo que eu pertenço”, declarou Leila, em entrevista ao canal no YouTube O Nosso Palestra.

Leila revelou o desejo de ser presidente do Palmeiras. Foto: César Greco/Palmeiras

“Eu não vou pular etapas. Preciso conversar com esse nosso grupo para que se decida se eu seria a melhor candidata da situação para a presidência do Palmeiras“, acrescentou a patrocinadora do Alviverde.

“Sim é um desejo pessoal, como é meu desejo, como é o desejo de todo palmeirense, todo conselheiro. Claro que eu teria, mas não adianta ter só desejo. Tem que ter apoio do seu grupo. Se for essa a decisão, aceitarei com muita honra. Isso é uma decisão do nosso grupo, não é individual da possível candidata. Eu aguardo o posicionamento do meu grupo, do presidente Galiotte, a quem sou parceira, da situação”. Até novembro, situação e oposição devem acender a disputa nos bastidores do atual campeão da América.