Ao ser eliminado frente ao Guaraní, do Paraguai, ainda na pré-Libertadores, o Corinthians volta a reviver um pesadelo antigo. Além de, nas oitavas de final do torneio continental de 2015, já ter caído para o adversário da noite de quarta (12), o Timão também havia encontrado adversidades diante do Tolima, em 2011. Pouco depois, o clube ganhou tudo que podia.

Entrevistado na zona mista da Arena, o presidente Andrés Sanchez preferiu não fazer uma analogia entre os fatos: “Falar sobre a semelhança do Tiago (Nunes) é um absurdo. A situação é chata edesagradável. Sair na pré-Libertadores é péssimo para nósem todos os sentidos – mais pela torcida e por nós. Está mudando a metodologia de trabalho e isso leva tempo”, comentou.
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O mandatário também foi questionado sobre o prejuízo milionário que o Alvinegro terá com a queda precoce rumo a taça mais cobiçada das Américas. Se passasse para a terceira fase da competição, o clube garantiria mais R$ 2 milhões no orçamento. Na fase de grupos, 3 milhões de dólares por jogo em casa (cerca de R$ 13 milhões ao total). Nas oitavas, mais R$ 5 milhões.
“Temos um mês e meio de trabalho. Não tem o que mudar no elenco. Estamos abertos a novas contratações, mas como eu digo: o futebol brasileiro está muito caro. Está umaloucura. Vocês (jornalistas) estão vendo time grande atrasando pagamento. Perdemos um pouco a mão. O planejamento continua. O lado ruim é ter saído; o lado bom é ter mais tempo para treinar” finalizou o mandatário corintiano.
O time que vencer a Libertadores, cuja final ocorre no Maracanã, no dia 21 de novembro, terá arrecadado aproximadamente US$ 22, 5 milhões (algo em torno de R$ 100 milhões); o vice-campeão fica US$ 6 milhões (R$ 26,1 milhões na cotação atual) e outros 25% da bilheteria da decisão.