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Marcão explica postura adotada pelo Fluminense em vitória na Sul-Americana: “Entrar para honrar”

O Tricolor das Laranjeiras conquistou uma vitória importante na estreia fora de casa sob o comando do técnico interino após a queda de Mano Menezes

Marcão analisa vitória do Fluminense na Sul-Americana
© Jorge Rodrigues/AGIFMarcão analisa vitória do Fluminense na Sul-Americana

Trabalhar para evoluir

Sob o comando do técnico interino, o Fluminense venceu o Once Caldas, da Colômbia, na última terça-feira (1), por 1 a 0, no Estádio Palogrande, em Manizales, em partida válida pela primeira rodada do Grupo F da Sul-Americana.

Ao fazer uma análise da partida, o comandante destacou que a equipe precisava de uma mudança de chave, principalmente após a saída de Mano Menezes do comando do clube e do momento ruim que vinha passando em campo.

Isso é o que nos motiva. Realmente é muito difícil vir de uma troca de treinador, num momento de viagem. A gente tem que reagir num jogo muito difícil. Mas os meninos foram incríveis. Chegou um momento ontem que estava todo mundo saudável, que eu achei que era importante para se preparar”.

Analisou o confronto

“Eles fizeram 1h de treino e até o preparador físico ficou segurando a gente. Mas era importante fazer e eles entregaram tudo. Na preleção, sentimos que ia ter reação. Tínhamos que entrar para honrar a nossa camisa e fazer um grande jogo. Mostrar o tamanho da instituição. Nosso mérito é todo dos nossos guerreiros”.

Atuando na altitude, o comandante destacou que o Fluminense tinha como estratégia controlar a bola, ainda mais após o gol. O Tricolor finalizou pouco ao gol do Once Caldas, mas conseguiu controlar mais a partida, principalmente após abrir o placar.

Estratégia revelada

“Nosso plano de jogo era exatamente esse. Tentar controlar o jogo, tirar a velocidade do Once Caldas, para não ficar um jogo de lá e cá. A gente conseguiu controlar. Jogar aqui é muito difícil”.

“Muita transição, muita velocidade. Eles executaram muito bem e tiramos o conforto da equipe adversária. Criamos situações de gol. A ideia era ficar com a bola, trabalhar de um lado pro outro, enervar o adversário”.