A jornada da Seleção Brasileira rumo ao Hexa ganha vida nesta segunda-feira. No Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, Carlo Ancelotti anunciará os 26 convocados para a Copa do Mundo de 2026. O evento, sediado em um dos cartões-postais da capital carioca, promete ser um marco que ultrapassa a mera leitura da lista de atletas que atuarão na América do Norte.
A escolha do Museu do Amanhã para o anúncio dos convocados sinaliza uma nova era para a CBF. Ao deixar sua sede tradicional para ocupar um dos marcos da revitalização do Rio de Janeiro, a entidade busca, conforme nota oficial, unir o peso do passado com a inovação do presente em um evento que exalta a identidade do futebol brasileiro.
A reviravolta conceitual da CBF não é meramente estética; é uma declaração de intenções. Ao levar a convocação para um espaço dedicado a debater o futuro e a tecnologia, a entidade cria uma analogia direta com o novo ciclo da Seleção Brasileira.
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CBF mira inovação
Sob o comando de Carlo Ancelotti, o “amanhã” do futebol brasileiro busca se alinhar à renovação, transformando um anúncio protocolar em um manifesto sobre os rumos da Amarelinha.
A CBF planeja transformar a divulgação da lista final em um verdadeiro megaevento. A estrutura no Museu do Amanhã contará com apresentações musicais, vídeos institucionais e um pronunciamento oficial da presidência da entidade, elevando o status do anúncio.

Ancelotti vai convocar seus escolhidos no Museu do Amanhã – Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
A magnitude do evento se reflete também nos bastidores: o local foi escolhido para comportar a massiva presença da imprensa global, com a expectativa de receber 700 jornalistas de diversos países para acompanhar cada passo de Carletto.
Cultura, arte e Copa do Mundo

O evento também servirá de palco para a trilha oficial da Seleção no Mundial: a música “Bate no Peito”, produzida pelo DJ Papatinho. A canção, que promete embalar a torcida e os jogadores, conta com a voz icônica de Zeca Pagodinho. Os músicos Ludmilla, João Gomes, Samuel Rosa e Veigh também se apresentarão durante a cerimônia.
Embora o sambista não esteja presente fisicamente no Museu do Amanhã, sua participação na obra reforça o elo entre o futebol e a essência do subúrbio carioca que a CBF deseja projetar. Segundo apurou a ESPN, o regulamento da Fifa para o Mundial permite que uma “música tema” seja usada em sistemas de som nos estádios para entrada em campo.






