A Seleção Brasileira entrou em campo na última quinta-feira (26) e acabou sendo derrotada por 2 a 1 pela França, mesmo jogando praticamente o segundo tempo inteiro com 1 jogador a mais, recebendo algumas críticas.
Na opinião de Vanderlei Luxemburgo, por exemplo, o esquema utilizado por Carlo Ancelotti até é interessante, potencializando o setor ofensivo, mas as escolhas feitas pelo italiano na defesa poderiam ser diferentes.
Segundo Luxa, a opção por Douglas Santos e Wesley não foram as melhores, já que são laterais mais ofensivos. Nessa linha, analisando os convocados, deixou claro que a dupla do Flamengo traria uma maior segurança.
Troca de laterais:
“A linha de quatro nossa de zagueiros laterais não são ofensivos nem defensivos, né? Então, eu optaria por um lateral mais consistente. O zagueiro/lateral Danilo, que é um cara que pega bem na bola, tem experiência. Na esquerda, o Alex Sandro que fica mais fixo”, iniciou.
“Precisa de consolidar um pouquinho mais o meio-campo, o Casemiro não é mais aquele jogador com aquela dinâmica, mas é um jogador importante”, destacou.
Concorda com a análise de Luxemburgo?
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“O Ancelotti está optando por duas linhas de quatro. Ali vai ser o Estêvão, o Raphinha, o Vini Júnior. E aí tem os dois atacantes. Acho que é inteligente. Manter essas duas linhas de quatro. Ai dá para você liberar os quatro atacantes, tendo solidez atrás”, disse o técnico.
Luxemburgo pede Neymar:

Neymar foi exaltado por Luxa – Foto: Gil Gomes/AGIF.
“E colocar o Neymar como atacante, não o Rafinha, como jogou. O Neymar como atacante, a bola chegando ali na condição que ele tem de finalização e a qualidade dele. Cara, é ali que ele vai ter a genialidade. Esquece isso dele tem que vir atrás agora pegar a bola. Ele tem que ser aquele atacante definidor. E a bola chegando ali, os caras não vão em cima dele. É como joga o Mbappé na seleção da França. A bola chega nele e aí ele vai pegar a bola ali para fazer o gol”, analisou.
“Se o Neymar pega aquela bola que o Raphinha teve, ele decide. É gênio, deixa ele próximo da área. Só uma pancadinha de leve: se fosse um treinador brasileiro, já estaria sendo muito criticado, porque o aproveitamento dele é inferior ao do Dorival Júnior e do Diniz. Mas não tem que dar porrada nem fazer pressão. Tem que acreditar que ele vai montar um grande time e que podemos chegar à final da Copa do Mundo, com chances de título”, concluiu.






